I Encontro de EAD 2009 da Justiça Eleitoral, palestra pela manhã.
Estou participando do I Encontro de EAD 2009 da Justiça Eleitoral.
Experiência ótima!
Segue um vídeo da palavra inicial e de uma palestra do professor José Manuel Moran.
(duração: 01h08min)
Na manhã de quinta feira, pudemos conversar com alguns colegas de outros TREs, momento, este, marcado pela descontração e alegria de estar participando desta nova etapa de consolidação da EAD nos TREs ao redor de Brasil.
A reunião iniciou-se com a palavra dos organizadores do encontro. Após esta palavra, ouvimos a palestra do Professor José Manuel Moran, Professor da USP. Ele nos elucidou sobre o fato de que a EAD migrou de “primo pobre” para “eixo fundamental da educação”. Ele confessou que existe um preconceito, de forma geral, por parte da USP, porém, há a necessidade de se utilizar formas de educação que aproveitem as vantagens do novo paradigma de comunicação e da informação. Nos afirmou que existem modelos diferentes: para cursos alunos e instituições diferentes, com poucos e muitos alunos, do nível básico ao avançado, com puca e longa duração, cursos mais personalizados e mais complexos, assim como modelos integrados.
Muito me confirmou que a EAD é um eixo fundamental da educação, o fato, proferido pelo professor, de que 25% dos alunos de gradução do Brasil estão na modalidade EAD. Ele nos explicou sobre alguns modelos de transmissão de aulas, tais como a teleaula, a videoaula, utilização de recursos para uma melhor produção da aula, como jogos, desafios, atividades com cenários digitais e até mesmo com a ainda recente realidade aumentada.
O Professor criticou, com propriedade, a transição de um aluno acostumado com um modalidade presencial diretamente e abruptamente dentro de um modelo telepresencial em um ambiente moodle, mesmo havendo um tempo para ambientação. Ele sugeriu que deveriam haver momentos para contato com o professor e outros elementos do curso do que, simplesmente com o ambiente moodle.
Foi-nos mostrado alguns modelos Web de ensino, provavlemente os que serão usados, ao menos em um primeiro momento, por nós, do TRE-TO: Cursos de curta duração ou corporativos, semi-presenciais e os mais digitais com tutoria via web e poucos momentos presenciais (ex: avaliação). Nos deu idéias de aplicativos como o acrobat Connect, útil para realização de conferências e até mesmo um plugin do Moodle do Second Life, onde é possível um auditório virtual ser forjado e frequentado por telespectadores de todo o mundo. Até mesmo o Iphone foi elogiado pelo professor, onde, em dois ou três anos, estará mais popularizado, de tal forma que, de forma geral, será possível levar uma “forma de aprendizado no bolso”.
O Professor defendeu a progressiva incorporação dos alunos aos ambientes digitais (principalmente nos cursos técnicos e tecnológicos e para aljnos pouco familiarizados com Internet e pouca autonomia intelectual). Fica mais claro saber para onde vamos na EAD: flexibilização progressiva e irreversível. Achei interessante a crítica que ele fez aos pedagogos, no sentido de que eles sempre tem um porém, uma crítica ao modelo EAD, sem consdierar que pode-se fazer a educação de qualidade ocorrer a distância, sim.
O Professor terminou sua palestra afirmando que nós, dos TREs temos, por conta da natureza de nosso serviço, amarras, porém, podemos quebrá-las, aos poucos a fim de que a EAD seja instalada em nosso meio. Nos disse que ora estaremos juntos presencialemnte e ora, telepresencialmente, interagindo a distância, como prova da flexibilidade do processo de aprendizado que a tecnologia nos traz.
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