Arquivo da categoria ‘Assuntos que surgem’

Sobre Missões: Abrindo o coração francamente!

(por David e Cleonice Botelho)

Queridos amigos,

Nós não estamos conformados com o atual quadro missionário brasileiro, na realidade, estamos indignados. Vocês poderiam perguntar: “por que?” Por favor, leiam abaixo a resposta para essa pergunta.
No final dos anos 80, havia um crescimento anual de 12.8% no envio de missionários, mas no meio desta década esse crescimento apresentou uma redução drástica para 3.5% ao ano, segundo dados da Sepal. Os resultados dessa redução brusca começam a refletir significativamente na maioria das agências missionárias.
Nas conversas com líderes dessas organizações o que ouvimos de um modo geral é que, nunca na história de missões, as agências missionárias receberam um número tão pequeno de candidatos. Isto leva muitos ao desânimo, pois o custo aumenta muito quando o treinamento é feito com poucos candidatos. Por isto, algumas agências já não fazem treinamento há algum tempo.
Contudo, entendemos que outros líderes que estão à frente de algumas associações acham um exagero, e somos vistos como alarmistas diante desse caos. Ora, o que temos procurado é mostrar apenas a realidade.
Nosso objetivo é trabalharmos juntos para tentar mudar esta realidade que temos diante de nós.

Economia brasileira ascendente ainda não é a resposta
Acreditamos piamente que precisamos de profetas para nos despertar e nos levar a amar a obra missionária transcultural, principalmente aos povos menos evangelizados da terra, ou seja, os que nunca ouviram a mensagem das Boas Novas, nem ao menos uma vez. Esta mensagem é o Evangelho do Reino que deverá e será pregado a todas as gentes, como proclamou nosso Senhor Jesus.
Sim, os que nunca ouviram o Evangelho do Reino precisam ouví-lo pelo menos uma vez. Oswald Smith, pastor da Igreja dos Povos em Toronto - Canadá no século passado, cuja igreja sustentava centenas de missionários perguntou e sua pergunta deve ecoar ainda hoje em nossos ouvidos e corações:
“Por que uma pessoa tem o direito de ouvir o Evangelho duas vezes, enquanto outras nunca ouviram sequer uma vez?”.
Como igreja no Brasil não podemos, de maneira nenhuma, nos queixar da falta de recursos financeiros. Em 2002 o salário mínimo correspondia a 75 dólares, e hoje ele corresponde a aproximadamente 280 dólares, um crescimento de 3,7 vezes. Nessa hipótese, proporcionalmente o envio de obreiros aos povos da Janela 10-40 poderia ter aumentado em mais de três vezes.
Em pouco mais de duas décadas o Brasil se tornou uma das maiores economias do mundo e a igreja evangélica cresceu cerca de quatro vezes em tamanho. E o número de missionários enviados?
Os pastores e a leitura das Escrituras
A Sociedade Bíblica Ibero-Americana patrocinou uma pesquisa em profundidade durante seis meses, na cidade de São Paulo, com centenas de pastores e líderes evangélicos de várias denominações, que espontaneamente, participaram de entrevistas e responderam a um questionário específico.
Ao final da tabulação dessa pesquisa concluiu-se que 51% destes pastores e líderes ainda não haviam lido totalmente – ao menos uma vez – qualquer versão das Sagradas Escrituras.
Se a maioria dos pastores nunca leu uma vez sequer o manual de ensino, o guia sagrado, como pode entender e amar a obra missionária transcultural?
Como pode compreender a questão do recrutamento, treinamento e envio de missionários?
Como podem entender a importância de sustentar adequadamente aqueles que se prontificam a ir aos lugares mais inóspitos e esquecidos da terra?
Será que conhecem o Evangelho do Reino? Será que percebem que não poderão crer os milhões e milhões que nunca ouviram a Palavra do Senhor?
Compartilhamos olhando os números a nossa frente. São técnicos, racionais, práticos e criteriosos, porém são a “balança” para avaliarmos se estamos alcançando o alvo ou não.
É importante acertar o alvo?
O apóstolo Paulo, registrou no capítulo 15, verso 22, do livro de Romanos que entre Jerusalém e Albânia já não tinha mais trabalho para fazer, pois já tinham alcançado toda a região com o Evangelho. Por que? Porque haviam trabalhado arduamente para levar a Palavra do Senhor a todos os seus habitantes.
Isto nos faz lembrar de dois casos práticos:
“O marinheiro que não sabe para onde vai qualquer porto que aportar está bem.”
O outro sobre certo atirador que causava certa admiração aqueles que viam a precisão de seus tiros: todos acertavam o alvo.
Certo admirador quis surpreendê-lo. Levantou bem cedo e foi observar o atirador. E escondido viu que ele atirava nas árvores e depois circundava o local acertado para fazer parecer que havia acertado o alvo.
Quantas vezes agimos da mesma maneira e acreditamos que estamos acertando o alvo!
É que estamos exportando o modelo brasileiro de missões para toda a América Latina usando o exemplo de nossas igrejas e organizações missionárias. Infelizmente, de fato, não estamos alcançando o objetivo de levar as boas novas aos não alcançados, não completamos a tarefa. Exportar o quê? E o que dizer dos missionários enviados que sem treinamento levam apenas a religião cristã para os povos e, por desconhecerem, não pregam o Evangelho do Reino?
O desafio brasileiro
Somente no Brasil temos mais de 150 tribos indígenas sem nenhum obreiro.
Como podemos tomar conhecimento disto sem suspirar diante da realidade de que possuímos aproximadamente 300.000 igrejas evangélicas em nossa pátria? Mais de 99% delas não possui sequer um missionário transcultural. E a esmagadora maioria não sustenta nem sequer um missionário para povo algum.
Somos a terceira maior igreja no mundo!
Convivemos com as notícias de um exemplo clássico brasileiro: o grave problema do infanticídio entre os povos indígenas. E daí? A maioria das igrejas indiferentemente nem perguntam.
Que alegria no meio deste deserto de indiferença poder ouvir pelo menos uma voz que tem se levantado para combater este grande mal.
Márcia Suzuki está à frente da ATINI que produziu o documentário Hakani mesmo tendo sofrido e ainda sofre uma grande oposição de vários políticos liberais que crêem que não se deve mudar tal quadro, porque entendem que infanticídio entre índios é assunto antropológico. Para Deus é assunto que a Cruz de Seu Filho resolveu. Jesus morreu por todos os povos indígenas e eles precisam saber disto. Será que a igreja brasileira não sabe?
Temos que interceder por uma abertura para que estes povos sejam alcançados. A FUNAI não tem permitido a entrada de obreiros. Devemos lembrar que não existem portas fechadas para o Senhor quando oramos especificamente.
Vou repetir: Mais de 99% das igrejas no Brasil não possui um missionário transcultural sequer. E a cada dia deparamo-nos com uma grande e crescente dificuldade de recrutar um missionário transcultural no meio evangélico. Quando um candidato se apresenta, o maior desafio torna-se a obtenção dos recursos, não só para o treinamento apropriado, mas, também, para o envio e acompanhamento no campo. Suas igrejas não se envolvem, e seus líderes apenas lamentam quando, não poucas vezes, perde esse membro, decepcionado pela falta de apoio para seu projeto missionário.
Cooperação x Competição
Por outro lado, quando deveríamos ver as agências missionárias se unindo para lutar contra o inimigo comum, temos visto várias agências desesperadas competindo por obreiros e buscando os mesmos em outras organizações que deveriam ser parceiras. Algumas agências denominacionais conservadoras estão buscando obreiros pentecostais treinados devido à grande carência de obreiros preparados.
Modismos brasileiros
Como brasileiros apreciamos os modismos tais como: músicas e danças contemplativas, teologia da prosperidade, quebra de maldição hereditária, celebridades gospel e outros movimentos, implantados em nossas igrejas. Estes modismos têm drenado todos os recursos econômicos, tempo e pessoas. Pouquíssimo tem sobrado para a obra missionária. Fato é que infelizmente estes movimentos nunca vêm acompanhados de uma visão de alcançar os menos evangelizados da terra com a Palavra do Senhor. Como poderia se tudo é voltado para nosso próprio conforto, sucesso, riqueza e bem estar?
A realidade pobre é que a média de investimento por crente na obra missionária transcultural é de apenas R$ 1.30 por ano.
Todas estas tremendas aberrações precisam parar. Precisamos urgentemente de um avivamento missionário que inflame nossas vidas e sopre para longe a apatia, indiferença, comodismo, egoísmo, avareza e incredulidade. Que expulse esta letargia espiritual.
O remanescente precisa se contrapor com uma nova atitude! Como os nobres bereanos que eram pensadores, questionadores, que checavam os ensinos paulinos com as Sagradas Escrituras. Por isto foram elogiados pelo doutor Lucas, escritor de Atos. De fato, foram elogiados pelo próprio Espírito Santo. É preciso analisar pela Palavra se toda esta teologia, prática de igreja, etc. realmente confere com as Escrituras. No coração de Deus pulsa alcançar os perdidos em toda a Terra. E que igreja é esta que diz que prega e crê na Palavra, porém não a pratica. Principalmente no que diz respeito a fazer discípulos de todas as nações.
Preletores dos Congressos missionários
Há um elitismo quando alguns acadêmicos são os escolhidos para trazerem as reflexões em nossos congressos. Alguns deles são pastores, mas as igrejas que pastoreiam não têm um programa missionário transcultural. Outros chegam a criticar alguns projetos missionários sem ter nenhuma experiência missionária. São apenas teóricos alienados da realidade missionária.
São poucos os congressos missionários pentecostais que falam dos desafios missionários e grande parte dos preletores não tem idéia dos desafios dos povos muçulmanos, budistas, hindus, tribais e do grande desafio das milhares de línguas que nada têm da Palavra de Deus, além da importância do treinamento específico, da logística e estratégia necessárias e do cuidado missionário.
Convém lembrar que os verdadeiros avivamentos sempre eram acompanhados por uma grande visão missionária.
Indiferença de alguns
A indiferença é tão grande que há muitos casos de missionários que compartilham nas igrejas seu trabalho e visão. São levantadas ofertas para o sustento dos missionários e estas não são entregues a eles ou somente uma pequena parte lhes é entregue. Mentira. Furto descarado. Misericórdia, Senhor Jesus!
O mesmo ocorreu no tempo de Neemias quando os quinhões deixaram de ser dado aos obreiros da casa do Senhor e cada um deles fugiu para os seus campos.
Então a voz de Neemias ecoou: - “porque se abandonou a obra de Deus?”.
Como resultado da voz profética do líder, a nação de Israel foi desafiada a trazer de volta os dízimos dos cereais. Então os celeiros se encheram e como resultado os obreiros voltaram para trabalhar na casa do Senhor.
Há um pensamento, quase generalizado, onde se estereotipa o missionário como um “ET” que deve ir para o campo sem o apoio ou a retaguarda. É como o caso de Urias que foi enviado por Davi para o “Front da batalha”. Sim, Davi que estava em pecado! Davi pediu para tirar a retaguarda de Urias e o resultado foi a morte de um inocente.
Se algo não for feito a tempo para levantar os recursos dos obreiros deste século 21 veremos a morte da visão missionária transcultural nesta nação, como tem ocorrido em vários países do hemisfério norte.
Estamos cometendo o pecado da omissão. Não é isto que Tiago disse? Aquele que sabe fazer o bem e não o faz está pecando?
Exemplo do remanescente a ser imitado
A Segunda Igreja Batista de Itapeva – Mauá – periferia de São Paulo, com aproximadamente 160 membros investe no sustento de três missionários. Enviou recentemente seis candidatos para o treinamento do Projeto Uniasia, inclusive o próprio filho do pastor.
O coração desse pastor ainda continua apaixonado pelo Senhor e pela extensão de Sua obra até os confins da terra.
Se cada igreja no Brasil enviar somente um obreiro para treinamento para ser enviado aos povos não alcançados iremos ver uma revolução missionária no mundo.
O que devemos fazer para reverter à situação?
Algo precisa ser feito. E de um modo diferente conforme disse Einstein: “É loucura esperar resultados diferentes se continuamos fazendo a mesma coisa”.
O que dizer de empresas e negócios que poderão ser levantados para gerarem recursos para a Obra? O que dizer de levantar homens de negócios para abrirem empresas em alguns destes países não alcançados para empregarem missionários brasileiros competentes que possam gerar seu sustento enquanto fazem discípulos nestas nações?
Isto nos faz lembrar da famosa frase de Martin Luther King Jr, pastor batista americano que viveu que nos anos 60 e foi preso mais de 120 vezes. Ele via os negros sofrendo um preconceito racial terrível onde não podiam estudar nas mesmas escolas, andar nos mesmos ônibus, comprarem nas mesmas lojas e freqüentarem os restaurantes dos brancos.
Ele disse: “Esperar que Deus faça tudo enquanto nós não fazemos nada. Isto não é fé é superstição”.
Somente unidos poderemos mudar o quadro
Entendemos que é hora de unir as forças. Criar uma sinergia entre as igrejas missionárias e as organizações missionárias.
Há algumas décadas atrás a extinta revista Cruzeiro possuía uma página, sobre a direção de Péricles, onde o personagem era o “Amigo da Onça”.
Nessa página havia um quadro que mostrava dois cavalos no meio de um curral, amarrados um ao outro com uma corda bem curta. Nos cantos havia grama, mas cada um queria comer no seu canto, e eram limitados pelo tamanho da corda.
No quadro seguinte mostrava os dois lado a lado comendo juntos num dos cantos e no último quadro, também lado a lado, os dois comendo no outro canto.
A moral da história é que a unidade permite que ambos possam comer.
Associamos isto com o quadro atual. Devemos nos unir para mobilizar, recrutar, treinar, enviar, sustentar e acompanhar o remanescente. Juntos podemos despertar os que estão inertes, omissos e indiferentes a causa de alcançar os esquecidos e negligenciados pela igreja no mundo.
O Senhor nos entregou a tarefa de fazer discípulos de todos os povos. Desde o momento que Ele disse isto já se passaram dois milênios. E muita terra ainda há para se conquistar.

O grande desafio global:
- Há 24.000 povos no mundo e ainda faltam 6.800 para serem alcançados.
- Há 6.909 línguas no mundo e 2.432 delas não têm nem uma porção da Bíblia.
- 85.000 pessoas morrem a cada dia sem nunca terem ouvido nada de Cristo.
- 500 milhões de chineses nunca ouviram nem o nome de Cristo.
- Das 600 mil cidades e vilas da Índia 500 mil delas não possui sequer um obreiro cristão.
- Há somente um missionário para atender a 380 mil muçulmanos.

A oração específica pode mudar o quadro

É claro que a resposta está na oração por obreiros para os povos não alcançados e pelas nações, pois Ele é o dono dos obreiros e das nações.
A Bíblia nos ensina a rogar ao Senhor da Seara por obreiros e a pedir nações por herança.
Temos orado por homens. Entre os não alcançados há duas mulheres missionárias para um homem missionário. É cômico pensar que os homens possam estar orando assim: - Eis me aqui, envia minha irmã.
Somente um grande avivamento espiritual e uma volta a Palavra de Deus é que fará com que pastores e igrejas peguem a visão missionária mundial.
Nós temos produzido literatura e vídeos para municiar os intercessores a orar com sabedoria por obreiros, recursos e oração para os lugares menos alcançados da terra. Acabamos de disponibilizar cinco documentários de muçulmanos que tiveram sonhos e visões com Jesus e se converteram. Eles não só encorajam os crentes, mas também são usados para evangelizar, pois ao final de cada documentário há um convite para tomar uma decisão ao lado de Cristo.
Queremos convidá-lo agora para se unir conosco e ajudar a mudar este quadro nacional e global, na esperança de vermos o nome de Jesus ser conhecido, enaltecido, glorificado e adorado entre todos os povos, línguas, raças e tribos da terra.
Clamando por misericórdia, sabedoria e Graça do Senhor para fazer a vontade do Mestre.

(por David e Cleonice Botelho)

O Povo é a massa que gera os governantes

PARA REFLETIR …

o país tá reclamando do Wellington Salgado? do Sarney? do Collor? Do Renan?
do Palocci? do Jucá? do sapo barbudo? do Kassab? Do Arruda? de outro político de índole pública que já foi ou é questionável?

Mas reclama de quê?

Uma quantidade muito significativa da população brasileira é assim:

1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura.

5. - Fala no celular enquanto dirige.

6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

7. - Para em filas duplas, triplas em frente às escolas.

8. - Viola a lei do silêncio.

9. - Dirige após consumir bebida alcoólica.

10. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas
desculpas.

11. - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.

12. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao
trabalho.

13. - Faz ” gato ” de luz, de água e de tv a cabo..

14. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado,
muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

15. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de
renda para pagar menos imposto.

16. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através
do sistema de cotas.

17. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10
pede nota fiscal de 20.

18. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

20. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se
fosse pouco rodado.

21. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são
pirata.

22. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

23. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da
roleta do ônibus, sem pagar passagem.

24. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

25. - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

26. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como
clipes, envelopes, canetas, lápis…. como se isso não fosse roubo.

27. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que
recebe das empresas onde trabalha.

28. - Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que
ainda não foi inventado.

29. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o
fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

30. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes
não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos…

Escandaliza-se com a farra das passagens aéreas…

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?

E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma
mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!

Vamos dar o bom exemplo!

Espalhe essa idéia!

“Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os
nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores
(educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso
planeta, através dos nossos exemplos…”

(desconheço o autor)

Orgulho Ilógico

"Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes." (I Pedro 5 : 5)

Pedro Escreveu para os jovens.
A humildade é tudo o que devemos procurar ter! Deus dá graça aos humildes!

Ser humilde é querer agradar a Deus e não aos outros!

Ser humilde é fazer as coisas para Deus, para agradar a Deus! isso é luta, vida e paz!
Ser ogulhoso é fazer as coisas para agradar aos homens, para mostrar alguma coisa aos homens! Isso é luta, mas também é morte e agonia!

Ser humilde é cuidar do próprio corpo.
Alguém humilde, cuidará do próprio corpo, fará exercícios, mesmo que simples: correr em volta da quadra. Levantar sacos de arroz e feijão. Isso é lógico e seu corpo agradecerá.

Alguém orgulhoso, soberbo, só cuidará do corpo se for em uma academia de renome, onde os outros possam olhar e pensar: “vejam! como esta pessoa tem dinheiro, pois está em uma academia malhando”. O Problema reside no coração orgulhoso dessa pessoa, pois, se, por algum motivo, não tiver dinheiro, então não fará nenhum exercício, mesmo sendo possível fazê-lo em sua casa mesmo. Isso é Ilogico e mata o corpo aos poucos.

Ser humilde é cuidar da própria mente
Ser humilde é entender que precisamos de ajuda, seja de um amigo, seja de um psicólogo. Isso é lógico e sua mente agradece.
Ser orgulhoso, soberbo, é achar que somente loucos vão ao psicólogo e, por medo dos outros, deixam de ir a um deles quando precisam e, com isso, por causa de sua deficiência não tratada, acaba fazendo e dizendo coisas (que muitas vezes não consegue perceber) que machucam aos que estão ao seu redor. Isso é ilógico e perturba sua própria mente e a mente dos que estão ao redor desta pessoa.

Deus, o Criador, Dono de todo o poder e ciência, não popupou seu filho, Jesus, mas, enviou-o para ser humilhado e nos dar exemplo, então: Poque muitas vezes nós não somos humildes? Por quê consideramos a opinião da sociedade consumista que caminha a passos largos para o endividamento, a inveja, o enganar e ser enganado?

Deus da graça aos Humildes.
Deus resiste aos orgulhosos.

De que lado você está?
Pense: Neste caso, as suas atitudes, não a suas palavras, darão a resposta a esta pergunta.

Por qual motivo Deus descançou no sábado se Ele é Deus?

"E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito." (Gênesis 2 : 2)

Uma das muitas perguntas que poderá surgir na mente daqueles que estão em busca de mais conhecimento de Deus poderá ser: Por qual motivo Deus descançou no sábado se Ele é Deus?
É uma excelente pergunta! Vamos analisar:
1 - Provavelmente, o conceito de Deus que o autor tenha da pergunta poderá ser formado por algo que ele tenha lido, ou ouvido desde criança, por seus pais ou amigos e, mesmo, pela mídia. Não há problema, desde que eles não fujam do que está na bíblia.
Vejamos:
A) "Eis que eu sou o SENHOR, o Deus de toda a carne; acaso haveria alguma coisa demasiado difícil para mim?" (Deus, em Jeremias 32 : 27)
ONIPOTÊNCIA - DEUS TUDO PODE FAZER
1 LEVANTAREI os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro.
2 O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra.
3 Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará.
4 Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel.
(Davi, falando sobre Deus, em Salmos 121, versículos de 1 a 4)

Neste texto, constatamos que, para Deus, nada é impossível (inclusive ficar trabalhando sem parar)
Concluímos, a partir dos textos bíblicos lidos, que Deus é onipotente e não se dorme nem tosquaneja! Mas, então, por que descançou? Primeiro: Não se precisa estar cansado para descançar. Podemos descançar, no sentido de mudança de atividade… porém, vejamos outra linha de pensamento. Veja o texto:
B) "Porque o SENHOR é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração." (Salmos 100 : 5)
BONDADE E MISERICÓRDIA: Deus é bom e propaga sua verdade ao longo dos milênios, diante dos que andam retamente mas, também, diante dos maus e ingratos também!

bem, poderia continuar com a lista… mas, acho que já é o suficiente.

2 - Vamos a receita: Pense em nosso Deus, poderoso, onipotente e misericordioso. O que você tem?
resposta: Você tem um Deus (único e verdadeiro) que cria o homem, lhe dá tarefas e incubências e lhe dá um exemplo para que o homem (finito e fraco) não trabalhe incessavelmente [Uma ótima receita anti-stress!]!

Deus é nosso pai e nos dá um exemplo de descanço! Assim, durante toda a existência humana, lembraremos o quanto é bom tirar um dia da semana para descançar!

"E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado." (Fala de Jesus, citada por João Marcos, em Marcos 2 : 27)

Obrigado por nos ter dado o exemplo, Óh! Deus! Mesmo nunca ficando cansado, Você nos deu o exemplo para que nós, do pó formados, pudéssemos descançar

Ponto Negro = Ley de Murphy

Ponto Negro
Autor Desconhecido

Um texto conhecido, porém, o diferencial aqui é
recomendo-o para quem, infelizmente, ainda é adepto às LEIS DE MURPHY.

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol
branco numa das paredes da sala. Na medida em que os alunos iam
entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho
estendido bem à sua frente.

O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam.

O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que
foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que
fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.

Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam,
e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:

- Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente
ver o pequeno ponto preto, e não percebem a parte branca, que é muito
mais extensa?

Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a
ampliar e educar a visão para perceber melhor o conjunto e não ficar
atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.

Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e
situações que nos rodeiam. Costumamos dar um peso exagerado às coisas
ruins, e pouca importância ao que se realiza de bom.
========================================

“Sei a Lei de Murphy fosse verdade, estaríamos todos mortos!”
“Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados.” (Paulo, escrevendo a Tito, Capítulo 1 : 15)

O Código Da Vinci, enganoso e ofensivo

O Código da Vinci é uma obra de ficção científica, o próprio autor assim a denota. E, em entrevistas, afirma que quer que as pessoas passem a pesquisar sobre o assunto e tirarem suas prórpias conclusões.
Mas, sinceramente, vejo que aqueles que não querem crer em JESUS, não fazem questão de pesquisar a fundo, mas, sim, acreditam em qualquer obra que venha a tentar ir contra ao que a bíblia diz. Assim, acabam crendo piamente em uma obra de ficção científica!!! Posso rir? não posso… na verdade minha luta não é contra estas pessoas.. na verdade, devo orar por elas e pedir para que Deus as atraia para si, livrando-as do enganador deste século, um inimigo espiritual, contra quem é nossa guerra!

"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." (Paulo, em Efésios 6 : 12)

Como disse um certo súdito ao seu rei: “A Bíblia é uma bigorna que já quebrou muitos martelos”

Aqui vai um bom artigo sobre o Código Da Vinci
—————————————–
O livro “O Código Da Vinci”, em destaque na lista de best-sellers do New York Times, cativou a atenção de milhões de leitores, motivou um programa especial no horário nobre na ABC News [e foi lançado como um importante filme de Hollywood]. O livro prende o leitor com uma história excitante de aventura e intriga, fazendo-o acompanhar seus personagens numa louca incursão pela Europa à medida em que procuram indícios da verdadeira identidade de Jesus Cristo.

O problema é que o livro aborda a vida de Jesus de uma maneira completamente antibíblica, ofensiva e estarrecedora para os que nEle crêem. Assim como tantos outros ataques à integridade de Jesus Cristo, O Código Da Vinci declara que Jesus realmente existiu, mas que Ele era meramente humano e não divino. Na realidade, os personagens do livro alegam insultuosamente que Jesus foi casado com Maria Madalena e que teria deixado uma linhagem de descendentes humanos, alguns dos quais estariam vivos hoje.

O enredo deturpado gira em torno de uma série de indícios ocultos nas obras de Leonardo da Vinci, que pintou “Mona Lisa” e “A Última Ceia”. O romance apresenta da Vinci como membro de uma sociedade secreta chamada de “Priorado de Sião”, fundada em 1099. O livro também liga algumas celebridades como Sir Isaac Newton, Victor Hugo e Claude Debussy à teoria da conspiração de que o priorado teria deliberadamente escondido a “verdade” sobre Jesus e Maria Madalena do resto do mundo durante séculos.

O romance envolve a história de Robert Langdon, um simbologista de Harvard, e uma criptógrafa francesa chamada Sophie Neveu (”nova sabedoria”, em francês). Juntos, eles teriam encontrado uma série de vestígios criptografados que revelam os “segredos” do Cristianismo: que Deus seria uma mulher, Jesus teria descendentes e que Maria Madalena seria divina. O livro alega que essas verdades estariam escondidas numa série de documentos secretos chamados de “Documentos do Santo Graal”.

Dan Brown tece uma narrativa com grande poder de entretenimento, mas perigosamente blasfema, em O Código Da Vinci. Ele afirma que Maria Madalena seria o Santo Graal (o cálice de Cristo), que ela e Jesus seriam os progenitores da linhagem merovíngia de governantes europeus e que ela estaria sepultada sob a pirâmide invertida de vidro no Louvre, em Paris, onde ainda hoje se poderia sentir emanações de seu espírito divino.

Engano intencional

O romance descreve o Cristianismo como uma gigantesca conspiração baseada numa grande mentira (a divindade de Cristo). Os personagens de Brown sugerem que os apóstolos e pais da igreja seriam nada mais do que opressores patriarcais que teriam suprimido a adoração à “divindade feminina”. Na verdade, o livro descreve os Evangelhos do Novo Testamento como produtos humanos de machos chauvinistas anti-feministas que teriam procurado reinventar o Cristianismo para oprimir as mulheres e reprimir a adoração à deusa.

A agenda feminista é ostentosa por todo o romance, alegando que a igreja primitiva, dominada por homens e liderada por Pedro, teria se voltado contra Maria Madalena após a morte de Jesus e provocado sua fuga para a França (a antiga Gália). Então, o imperador Constantino teria convenientemente deificado Jesus a fim de consolidar seu controle sobre o mundo. O livro indica que na votação do Concílio de Nicéia sobre a divindade de Cristo o resultado teria sido apertado. Na realidade, houve 300 votos favoráveis e apenas dois contrários. Dificilmente essa pode ser considerada uma eleição disputada! Mas, definitivamente, a precisão histórica não é o ponto forte do romance.

Essa é apenas uma das muitas distorções deliberadas existentes no livro. Outra envolve os heréticos evangelhos gnósticos escritos no final do século II como sendo os evangelhos “reais”. Encontrados em Nag Hammadi no Egito, em 1946, esses mitos gnósticos nunca foram reconhecidos pela igreja primitiva como Escrituras legítimas. O Dr. Albert Mohler, presidente do Seminário Batista do Sul (nos EUA), disse que “as Escrituras do Novo Testamento foram reconhecidas e destacadas devido à sua autoria apostólica e pelo seu conteúdo claramente ortodoxo”. Em contrapartida, Mohler afirma que os textos de Nag Hammadi são “facilmente identificáveis como literatura gnóstica distanciada da Igreja”.

É verdade que a igreja medieval distorceu as verdades básicas da mensagem simples do Evangelho. Mas foi vários séculos depois da época de Cristo e dos apóstolos que ela acrescentou idéias como a salvação pelas obras, a veneração de santos e a importância de relíquias sagradas, como o chamado “Santo Graal” – o cálice de Cristo. Em O Código Da Vinci o “cálice” é Maria Madalena, mitologizada e sexualizada como se fosse a amante ou esposa de Jesus Cristo.

Distorção diabólica

Em comparação ao livro O Código Da Vinci, o filme “A Última Tentação de Cristo” parece ameno. O romance de Brown acusa o Cristianismo de culpar a mulher pela queda de toda a raça humana. Ele parece esquecer que a história de Adão e Eva é judaica e antecipa o Novo Testamento por muitos séculos. Na realidade, o enredo de O Código Da Vinci é uma combinação de secularismo ostensivo com feminismo hostil.

O livro assevera que o próprio Da Vinci, um cientista brilhante e pintor renascentista, estaria ciente da verdade sobre Maria Madalena e a teria representado como João, sentado próximo a Jesus em sua “A Última Ceia”. O romance deixa a impressão de que Maria estaria retratada na pintura de Da Vinci como a esposa de Cristo. Ele também afirma que Pedro estaria fazendo um gesto ameaçador em direção a Maria como se estivesse tentando eliminar a influência feminina da Igreja. Na realidade, de forma nenhuma Maria Madalena aparece no quadro! Os personagens de Brown “lêem” na pintura aquilo que eles querem ver – a feminização do Cristianismo.

Não há nada no registro bíblico sobre a Última Ceia que indique a presença de mulheres nessa refeição. Também não há qualquer indicação nos Evangelhos bíblicos de que os discípulos guardaram o cálice de Cristo, pedaços da cruz ou quaisquer outras relíquias religiosas. Não é o cálice no qual Jesus bebeu que nos salva, tampouco lascas da cruz onde Ele morreu. O sangue que Ele derramou naquela cruz, simbolizado pelo cálice, é a verdadeira base para nossa salvação.

A Bíblia diz: “a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé” (Romanos 3.25); “no qual temos a redenção, pelo seu sangue” (Efésios 1.7); “e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz” (Colossenses 1.20); “e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7).

Desafio decisivo

Não tenho idéia de quais são as convicções religiosas de Dan Brown, mas posso dizer-lhes com certeza que não são baseadas em crenças cristãs ortodoxas. Seu romance é fascinante e de grande poder de entretenimento, mas é exatamente esse o problema. Jovens pastores me contam que são bombardeados com perguntas céticas de recém-convertidos que ficam genuinamente perturbados ao lerem o livro, por parecer tão convincente.

O Cristianismo superou tais críticas antes e o fará novamente. A verdadeira história do Evangelho ainda é a maior história que já foi contada! Os ensinamentos de Jesus Cristo sempre foram e sempre serão superiores a qualquer coisa que o mundo venha a oferecer. Ao mesmo tempo, não podemos enfiar nossa cabeça na “areia eclesiástica” e simplesmente desejar que esse tipo de coisa desapareça.

Há respostas reais para as questões levantadas em O Código Da Vinci. Tais desafios à fé devem nos estimular a lidar com essas questões, respondendo as perguntas para satisfazer as mentes honestas e inquiridoras. O que me preocupa é a mentalidade da geração pós-moderna. Talvez a questão real não seja o que o livro contém, mas o fato de que um público biblicamente ignorante o leve realmente a sério.

Em alguns aspectos, O Código Da Vinci é mais uma acusação à nossa geração do que ao autor do livro. Quando estava entrando na adolescência, nos anos 60, eu ficava continuamente chocado pela ingenuidade de meus pais, que acreditavam em tudo que liam no jornal só porque estava escrito ali. Nunca lhes ocorreu que as reportagens e editoriais eram redigidos por pessoas com agendas pessoais e políticas. Eles haviam crescido numa época em que se acreditava naquilo que se lia, não importando quem era o autor. O mesmo é verdadeiro, e até ainda mais, para a televisão e o cinema. Da mesma forma como muitas vezes expliquei essa realidade para a geração de meus pais, advirto a atual geração: não acreditem em tudo que vocês lêem em um romance ou vêem em um filme!

A Bíblia exorta: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1 João 4.1-3). (Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

O Dr. Ed Hindson é assessor do reitor da Liberty University em Lynchburg/VA (EUA).

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, julho de 2004.

Fonte eletrônica:
http://www.chamada.com.br

O que é pecado

Pecado é algo muito mais antigo do que pensamos: é um estado de independencida de Deus, marcado por atitudes de rebelião ou indiferença.

"Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.” (O Próprio Deus, Poderoso, conversando com Caim, em Gênesis 4 : 7)

Veja só, Deus, em Gênesis, milhares de anos antes do catolicismo romano nascer, antes de eu e você nascermos, falando sobre pecado! Antes do catolicismo romano surgir, ele já existia. Logo, antes do movimento protestante, também.

Se o pecado não fosse algo tão sério assim, Deus não teria tocado neste assunto tantas vezes.
Aliás, Ele nos mandou a única solução para o problema do Pecado: Jesus Cristo.

Não adianta nos inflamarmos em argumentos sobre o que é certo e o que é errado… nós mesmos não sabemos o que é correto. Somente Deus, nosso criador, aquele que nos conhece desde o ventre de nossas mães, sabe por onde devemos ou não andar.

Jesus é a ponte.
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14 : 6)

Prepara-te para encontrar-se com Deus. Pare de arranjar desculpas para não buscar a Deus e comece ainda hoje!

minha dica é o site: www.deusamavoce.com

T+ e abraços!

De um ninho de cobra para uma macieira

Você teria medo de tocar estas maçãs, interpretando-as, sempre, como ninho de cobras?

Quem nunca teve uma má experiência diante de alguma situação, levante a mão, por favor

bem, claro, não vou ver você levantando a mão, até porque não tenho como vê-lo ai do outro lado, lendo este artigo… mas, sei que você não irá levantar sua mão, exceto, se você for um bebê super dotado, que saiba ler e navegar na internet, considerando que o seu trabalho de parto foi normal e você não se lembre de nenhum inconveniente ocorrido dentro da enfermaria ou até o presente momento. Mas, isso é temporário, os bebês, ao crescerem, também encaram problemas.

Logo, você já teve ter passado por uma má experiência… o que não é algo ruim, ao contrário serve para você se preparar para maiores desafios e até mesmo saber encarar o problema quando este retornar.

Mas, deixe-me colocar algo sobre este assunto: Nem sempre, uma má experiência passada serve para nos bloquear totalmente de repetir o ATO QUE NOS FEZ PASSAR POR ELA.

Suponha a seguinte situação:
1 - Você colocou a mão em um ninho de cobra
2 - Uma cobra o picou
3 - você foi hospitalizado e logo ficou curado

pergunta-se:
Que atitude você terá para com ninhos de cobra?
resposta mais comum: manter distância.

Ok?

Sim e Não!

Sim, pois você realmente irá evitar ser tão desatencioso ao ponto de colocar a mãe em um ninho de cobra.
e

Não,
pois, nem todos os buracos são ninhos de cobra… assim, você poderá perder grandes oportunidades de caçar deliciosos tatus, por confundir que o buraco de tatu é um buraco de cobra.

Bem, vamos, agora, falar sobre um experiência mais próxima de muitos de nós que, talvez, nunca precisemos colocar a mão em buracos duvidosos no meio do mato: Relacionamento interpessoal.

As pessoas são sorridentes para com você, e, você, retribui: sorri também. Isso é bom.
Porém, se você pretende se relacionar com esta pessoa, ou seja, andar ao lado dela, seja em um relacionamento profissional como equipe de trabalho, relacionamento ministerial na igreja, relacionamento matriomonial, dentre outros…. fique certo: picadas de cobra surgirão.
É nesse momento que provamos o nosso valor com relação ao amor ao próximo. Jesus disse para amarmos até mesmo os nossos inimigos. O momento em que somos feridos por alguém próximo de nós serve como um ótimo teste para mostramos o quanto acreditamos naquela pessoa, no caso de um relacionamento ‘um para um’ (casais, pai e filho, patrão e chefe, etc) ou naquele grupo de pessoas, no caso de um relacionamento ‘um para muitos’ (professor e alunos, pastor e congregação, etc).

Acreditar no patrão é se arriscar a colocar mão no ninho outra vez, crendo que, já não existe a cobra nele, mas, sim, um Gordo Tatu, ou tenro pé de maçã. O chefe pode também ter aprendido com a situação.

Acreditar no colega de trabalho é acreditar que aquele ninho foi soterrado e em seu lugar está nascendo uma pequena macieira, que precisa de cuidados para crescer e produzir deliciosos frutos.

O nosso próximo, assim como nós, não é perfeito e também procurará melhorar com o tempo… é preciso acreditar, presenteá-lo com livros e CDs com a mensagem que queremos passar é uma ótima forma de agir para mudar o seu estado de ninho de cobra para ramo de pé de maçã!

"Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam;" (Lucas 6 : 27)

Acreditar nos alunos, é experimentar criar mais de uma sala de fórum de discussão, mesmo sabendo que muitos irão deixar mensagens que não tem nada relacionado com a disciplina, apenas para desgastar o professor, acreditar, nos alunos é, nesse caso, não deixar de repreender a atitude da mensagem mal direcionada, mas manter a postura do processo… os alunos também irão aprender e, se virem que o professor está disposto a pagar um preço para melhorar, também procurarão mudar. Ele são alunos, ou seja, estão aprendendo e, simplesmente, não somente a disciplina ministrada naquele momento mas, aprendendo como se portar, seja em uma sala de jantar, em uma reunião formal, ou em um fórum de discussão (netiqueta). Ensinar é muito mais do que procurar apontar falhas e dar soluções: é se relacionar, influenciar, elogiar, acreditar!

Acreditar na esposa, namorada é entender que a pessoa tem falhas mas, com o tempo, o caminhar junto, as boas conversas, as risadas, o carinho, os presentes, essas arestas serão aparadas e atitudes que julgávamos imutáveis, irão desaparecer, simplesmente por causa do nosso PROTESTO DE AMOR.

Entendo que a opção “Se fechar” e nunca mais repetir a atitude perante aquele que o feriu possa ser, curto prazo aquela que dê um tipo de resultado rápido nos incentivando a sermos cada vez mais racionais e lógicos, voltados para nossa defesa, independente do crescimento do próximo.

Mas, também entendo, e creio com esperança e fé de quem segue a Cristo, aquele que pediu para Deus perdoar aqueles que o crucificavam (incluindo eu e você), que, perdoar, acreditar que a situação vai melhorar, externar isso e tentar mais uma vez, é uma atitude que, a médio e longo prazo, gerarão frutos… e frutos dignos de arrependimento. Tornamo-nos pais e não apenas mestres; companheiros, e não apenas maridos, homens da casa; conselheiros e não apontadores de erros. Assim, aprendemos a ser mais amigos e sorridentes, por não reter o perdão, mas liberá-lo na caminhada com Jesus.

Jesus nos deu o mandamento, muito mais que uma dica: amar!

“Amar é o protesto” (Jars of Clay)

Pensar somente em si próprio

Individualismo… que palavrinha…. com sete sílabas.

A sociedade urbanizada, hoje, caminha para um ponto incerto mas, vejo que seja para um rumo onde possa haver paz, segurança e prazer… sem assaltos, comida quente e saborosa, duchas quentes, hidromassagem, boa música em qualquer hora e em qualquer lugar…

in.di.vi.du.a.lis.mo
s. m. Teoria que faz prevalecer o direito individual sobre o coletivo.

O maior problema de se buscar tais coisas é: em cima de quantas pessoas eu vou ter de pisar para alcançar o que quero?

Para bandidos, vendedores de cocaína, exploradores de meretrício, madeireiros clandestinos, etc… não importa o número de pessoas que vão morrer fisicamente, emocionalmente, ou socialmente, por causa de seus atos. o que importa é vender e ganhar dinheiro… para fazer “não se sabe o que” com tal dinheiro.

Para o cidadão, dito comum, isso também ocorre… talvez não em um nível que possa ser visto como escândalo pela mídia mas, o suficiente para entristecer o coração de Deus. Quando olha para a mulher do próximo, quando cobiça e inveja o que não é seu, quando fala mal pelas costas, quando odeia e é odiado, sem achar que essa cadeia de perdição poderá ser quebrada a partir de sua própria iniciativa.

Deus sabe que o homem é egoísta… eu, e qualquer um, antes de querer andar ao lado de Cristo, imitando-o no proceder, tomados por uma nova natureza éramos amantes de nós mesmos, fascinados pelo dinheiro, egoístas por natureza:

"Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros." (Paulo, em Tito 3 : 3)

Sociedade individualista? Mercenária? eu não me assusto… posso ficar chateado com tantas notícias ruins que ouço, sabendo que são decorrência do amor ao dinheiro, do individualismo, mas, essa chateação me leva para uma posição de luta, em nome de Jesus, a começar em minha própria postura, diante das posições, aparentemente imutáveis de um mundo que jaz em sentimentos malignos, disfarçados sob uma capa de rótulo “relatividade”

" E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?" [Jesus, em Lucas 18 : 7 e 8]

Encontrará ao menos a minha fé, se eu ainda estiver aqui.
morrei para mim mesmo.
Não assumirei atitudes egoísticas, mesmo que lançadas como tentativa de influência vindas de pessoas próximas a mim.
Você é tudo que eu tenho.
Tu me salvaste, a quem temerei?
Pensam que sou assim, manso, talvez ingênuo, de mim mesmo, e atacam a mim…
mas, é o Senhor quem me fez assim, simples como as pombas.
Se, por causa disso terei de sofrer,
sofrerei, como preço de servir àquele que necessita: ao doente, ao preso, ao órfão, à viúva.
quero ter tempo para eles, pois sei que ter tempo para eles é ter tempo para ti, OH! Deus!

Quem quiser seguir a Jesus, tem que MORRER!
NEGUE-SE A SI MESMO, TOME A CADA DIA SUA CRUZ E SIGA-0!

"E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me." (Jesus, em Lucas 9 : 23)

Individualismo… que palavrinha…. com sete sílabas. porém, são estas sete sílabas, unidas, trabalhando em equipe, cadenciadas, sem ter inveja uma das outras, que formam mais uma palavra de nosso vocabulário. Palavra esta que deve denotar algo que devemos aborrecer sempre

O MUNDO ESTÁ CARENTE DE “NÃOS”

(autor: Karina dos Santos Cabral, adaptado)

O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por… Nada? Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade? O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?

O rapaz deu a resposta: “ela não quis falar comigo”. A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.
Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados. Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único.

Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.

Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida. Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram. Simples assim. NÃO. Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.

O mundo está carente de nãos. Dizer sim é mais fácil, é mais cômodo… menos responsável…Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças. Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ). Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros. Talvez alguns não cheguem a seqüestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.
Os pais dizem, “não posso traumatizar meu filho”. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar na escola sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não, com isto você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.

Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Se entregam à prostituição. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.
Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranqüilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não.

Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade. E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem. O não protege, ensina e prepara.

Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento.

Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

Próxima Página »