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Semeando subversão nos campos do relativismo

(fonte: http://cristianismohoje.com.br/ch/semeando-subversao-nos-campos-do-relativismo/)

Mais importante do que ganhar o argumento contra o relativismo é ganhar o relativista para Cristo.

Por Mark L. Y. Chan

A globalização e as migrações trouxeram o pluralismo religioso – algo que os Asiáticos têm vivido por milênios – para o Ocidente. Na edição deste mês da Global Conversation (Conversa Global), o teólogo de Singapura Mark Chan explora sua experiência como um crente Asiático, para ajudar Cristãos de todas as partes do mundo a evangelizarem os que foram cegados pelas falácias do relativismo.

Devido à globalização e à migração dos povos através das fronteiras nacionais, o pluralismo religioso tornou-se mais pronunciado no chamado Ocidente Cristão. O “encolhimento” do mundo aproximou ainda mais as diferentes religiões e seus respectivos seguidores uns dos outros.

Encontramos pessoas de outras raças. Aprendemos sobre suas culturas e crenças através da televisão e da Internet. A presença crescente de mesquitas e templos – sem mencionar os restaurantes étnicos (ou seja, não-ocidentais) – reflete a natureza cada vez mais multi-étnica e multi-religiosa das sociedades Ocidentais.

Esse pluralismo pode ser relativamente novo no Ocidente, no entanto, sempre foi comum nas terras da Ásia. Praticamente todas as grandes religiões do mundo têm suas raízes na história da Ásia, e elas continuam a comandar a obediência e a fidelidade de bilhões.

A maioria dos Cristãos de hoje convivem com pessoas de outras religiões. Nesse sentido, eles não são diferentes dos primeiros Cristãos, que proclamaram Jesus como Senhor e Salvador diante dos muitos deuses e senhores da sociedade Greco-Romana.

Como eles, somos chamados a abraçar, vestir e declarar a verdade de que Deus revelou-se final e definitivamente em Jesus Cristo. Através de sua morte e ressurreição, os pecadores encontram o perdão dos pecados e são reconciliados com Deus. Como, então, devemos proclamar a finalidade de Cristo, dado o fato do pluralismo religioso e de sua frequente acompanhante, a relativização da verdade absoluta?

Vivendo em uma sociedade racial e religiosamente diversa, os Cristãos de Cingapura tiveram de aprender não apenas a conviver com adeptos de outras religiões, mas também a trabalhar com eles para o bem comum. E estão fazendo isso sem comprometer sua fé. Alguns argumentam que a harmonia social só pode ser alcançada e mantida se os religiosos se abstiverem das reivindicações de verdades exclusivistas. O desafio da Igreja é demonstrar a falácia dessa maneira de pensar.

Do pluralismo para o relativismo – Alguns pensadores Cristãos têm descartado a unicidade de Cristo e abraçado o pluralismo. Eles afirmam que todas as religiões são caminhos igualmente válidos para chegar a Deus ou a uma realidade divina final, e que nenhuma religião pode pretender ter a palavra final sobre a verdade.

Eles se movem de um pluralismo descritivo e social, que permite uma diversidade de expressões religiosas, para um pluralismo metafísico. Tais pluralistas (tanto no Ocidente quanto na Ásia) involuntariamente soam como o Vedanta do Hinduísmo, o qual ensina que, assim como todos os rios deságuam no mesmo oceano, todas as religiões levam à mesma realidade final. Jesus é apenas um entre os muitos caminhos para esta realidade.

Alguns Cristãos declarados da Ásia consideram Cristo como um avatar, porém, um entre as muitas manifestações divinas possíveis. Sua relativização da verdade de Cristo deve-se muito às hipóteses monísticas de sua cultura. Os seguidores de Cristo na Ásia precisam sim incorporar a verdade dentro de seus contextos culturais, mas nunca em detrimento da verdade de Deus.

Para os pluralistas, as religiões são historicamente expressões acidentais de uma mesma realidade espiritual final. Eles argumentam que se deve olhar além das distinções de credo, deve-se olhar para a transformação de vida resultante do encontro vivencial com a realidade básica que todas as religiões apontam e mediam.

Esta dissociação entre a espiritualidade e a religião, não apenas carrega um aroma “politicamente correto”, como também se adéqua perfeitamente ao espírito pós-moderno de nossa época.

O pós-modernismo desafia a fácil caracterização. Isso significa coisas diferentes para pessoas diferentes, e os Cristãos não são uniformes na abordagem desta questão. O que nos preocupa são os aspectos mais desconstrutivos e radicais do pós-modernismo, particularmente sua incredulidade em direção à verdade absoluta, sua rejeição a todas as histórias universais que explicam a vida e dão-lhe significado, e sua relativização de todas as afirmações da verdade. Estes aspectos têm implicações importantes para toda a igreja em seus esforços para incorporar o evangelho integral e trazê-lo para todo o mundo.

A mentalidade pós-moderna é alérgica a verdade universal e absoluta. Afinal, como diz o pós-moderno, simplesmente não temos acesso à verdade absoluta, tudo o que temos são verdades – construções sociais formadas a partir de matérias-primas extraídas de contextos históricos e sociais. No lugar da verdade como uma metanarrativa universal, os pós-modernistas oferecem histórias específicas de cada comunidade, que não possuem validade como verdade fora das respectivas sociedades nas quais funcionam. Como não existe uma plataforma neutra ou trans-contextual que permita avaliar afirmações concorrentes, é preciso simplesmente colocar-se diante de seus múltiplos pontos de vista, que se empurram em busca de supremacia e aceitação.

Para o pluralista pós-moderno, a verdade é o que emerge no final desta luta entre afirmações opostas. A verdade é definida pelo poder, porque todas as alegações de verdade são apenas tentativas de manipulação dos poderosos, ou daqueles com interesses de impor suas vontades.

Para os pluralistas pós-modernos, afirmar que Jesus é a Verdade Encarnada pode muito bem ser uma fachada para o imperialismo colonial, o chauvinismo cultural ou a intolerância religiosa. Aqui está a hermenêutica da suspeita a serviço do politicamente correto!

A verdade e as escolhas morais– A mesma suspeita é aplicada à moralidade. Questões de certo e errado são tentativas de outros de impor sua vontade sobre nós. Por que devemos aceitar as definições de certo e errado vindas de outras pessoas? O pensamento pós-moderno logo conduz ao tipo de relativismo moral, onde julgar entre o certo e o errado é uma questão de interpretação pessoal.

Sem um quadro universal do certo e do errado, as alegações dos terroristas que explodem a si mesmos e tiram vidas inocentes têm tanta validade quanto as alegações daqueles que enviam tropas para forçá-los a parar.

Com que base um pós-modernista pode se opor às escolhas de outros? Se as pessoas estão fazendo experiências com embriões ou desviando dinheiro com regimes corruptos ou fornecendo abrigos financeiros para corporações empresariais desonestas, não há base para dizer que estão errados. Apenas a conveniência e o pragmatismo econômico têm a palavra final.

O mesmo vale para as decisões a nível individual. O certo e o errado são mais frequentemente determinados com base no que é útil ou no que melhor satisfaz as aspirações de uma pessoa.

O individualismo tão decisivo é irônico, dada a importância que o pensamento pós-moderno coloca sobre a comunidade e a tradição. Duvidosas das autoridades e desprovidas de qualquer norma transcendente e objetiva pela qual seja oferecida orientação, as pessoas retrocedem em suas próprias autoridades e decisões sobre o que é verdadeiro e justo por razões pragmáticas. O pós-modernismo não só tribaliza a verdade, como também a privatiza. Vemos isso, por exemplo, na forma como o comportamento sexual é considerado um assunto privado, deixado como uma escolha do indivíduo.

Esta orientação individualista encaixa-se perfeitamente com o descentrado, anti-autoritário e igualitário caráter de nossa era da Internet. Seu impacto é evidente na forma como a espiritualidade é muitas vezes entendida. Aqueles que adotam a visão pluralista da realidade espiritual suprema – que é inefável, amorfa e independente das afirmações religiosas da verdade – podem ser espirituais sem que se misturem com religiões institucionais. Eles são livres para selecionar e escolher entre o vasto leque de idéias e modismos, misturando e combinando religiões e adotando uma espiritualidade adequada a sua própria imagem. Assim, hoje encontramos aqueles que, em um suspiro, afirmam a encarnação de Cristo e, em outro, pregam a reencarnação.

Essa liberdade é atraente. E, completando esta atração, adiciona-se o argumento, muitas vezes repetido, de que os exclusivistas são ingênuos, arrogantes, desrespeitosos com outras culturas e intolerantes com as demais religiões. Suas visões absolutistas servem apenas para aumentar a tensão inter-religiosa, agravar os conflitos entre as comunidades e, em alguns casos, até mesmo incitar a violência. Para evitar uma nova polarização de nosso mundo extremamente fragmentado, é preciso, argumentam alguns, adotar uma abordagem pluralista para as religiões e uma postura relativista da verdade.

O que faremos com as afirmações e críticas dos relativistas? E como devemos louvar a verdade do evangelho nos dias de hoje?

Louvando a verdade – Para começar, a crença de que o conhecimento da verdade significa necessariamente intolerância confunde convicção com arrogância, além de confundir desacordo racional com comportamento desagradável.

Ao longo dos anos, o Conselho Nacional das Igrejas de Cingapura tem conversado com o Conselho dos Religiosos Islâmicos de Cingapura sobre assuntos que dizem respeito a ambas as comunidades religiosas. Eles tiveram um intercâmbio amigável, por exemplo, sobre como a fé de cada um entende o envolvimento da comunidade. Os bispos, imames e teólogos que se reúnem são todos crentes comprometidos, e não há dúvida de que possuem diferenças profundas. No entanto, o tom de suas interações sempre foi cortês e respeitoso e, por isso, os encontros têm sido produtivos.

A real tolerância implica em colocar-se com o que se considera ser o erro. Justamente porque existem diferenças genuínas entre as pessoas, vemos a tolerância como uma virtude.

Ao insistir que não existe algo como a verdade universal, exceto a verdade universal de que não existe algo como a verdade universal, o relativismo é tão absolutista quanto a afirmação de que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Não se pode insistir com o pluralista que todas as alegações de verdades religiosas e morais são igualmente válidas e, ao mesmo tempo, manter com o relativista a existência de uma verdade absoluta que somente faz sentido na diversidade das afirmações de verdade.

A fé Cristã condena a arrogância e a atitude de superioridade em relação às pessoas de outras religiões ou às de convicções não religiosas. É verdade também que existiram Cristãos fanáticos e práticas muito insensíveis nas missões e no evangelismo durante a longa história da igreja. Porém, estes são indicativos de falhas vergonhosas da igreja e não a essência da fé Cristã.

Os Cristãos são chamados a amar em vez de tolerar as pessoas e, ao fazê-lo, a refletir o amor de Deus para todos. Isso inclui os relativistas ardentes, os pluralistas sanguíneos e os ateus belicosos. Ao recomendar a verdade em face ao relativismo, devemos ter em mente que estamos, na raiz, lidando com pessoas, não com idéias frias. O relativista não é apenas um representante de uma cosmovisão, mas uma pessoa de carne e osso, com todas as necessidades e anseios de um ser humano feito à imagem de Deus. Mais importante do que ganhar o argumento contra o relativismo, é ganhar o relativista para Cristo.

Relativistas convictos, como todas as pessoas, não são imunes às dificuldades e aos problemas. A crise econômica global, ou um terremoto devastador, não discrimina relativistas e exclusivistas. Quando relativistas são abatidos pelas exigências da vida, raramente existem argumentos persuasivos para a verdade que os atrairá. E esta é, muito provavelmente, o cuidado prático e a preocupação amorosa manifestada pelos Cristãos. Não podemos fornecer calor a um relativismo frio, mas podemos envolver um cobertor em torno de um relativista trêmulo.

O encontro de pessoas de todas as crenças e convicções, ao nível de nossa humanidade comum, é um bom ponto de partida para compartilhar a verdade de Cristo. Na segurança da amizade verdadeira, onde a confiança é conquistada e respeitada, as pessoas podem honestamente questionar as hipóteses fundamentais. Os Cristãos podem semear sementes de subversão no campo do relativismo, levantando questões sobre a adequação do relativismo moral como um guia para a vida. É possível, de fato, viver sem a verdade absoluta?

Os relativistas podem insistir sobre a ausência da verdade universal, mas vivem, instintivamente, assumindo sua realidade. Isso ocorre porque as pessoas têm um desejo irreprimível de Deus e um desejo pela verdade. A verdade de Deus prevalecerá, porque há algo coerente e convincente sobre sua Palavra, algo que soa verdadeiro para a vida.

Dado o temperamento relativista de nossos tempos, é fácil para a Igreja perder a confiança no evangelho como “o poder de Deus para a salvação” e se afastar de proclamar Cristo como o único caminho para Deus. Para se proteger e não perder os nervos, os Cristãos precisam estar seriamente fundamentados na verdade das Escrituras e no conhecimento de Cristo. O trabalho de louvar a verdade em nosso mundo deve começar em casa – na vida, na adoração e nas catequeses de nossas igrejas.

Acreditar na verdade absoluta é correr contra o espírito de nossa época. Podemos esperar ser ridicularizados, excluídos e contrariados. Precisamos lembrar que aquele que era a Verdade Encarnada, aquele a quem João descreve como “cheio de graça e de verdade”, tornou-se a Verdade Crucificada nas mãos de pessoas inclinadas a apagarem a luz da verdade. As trevas não têm a última palavra. A luz perfurou o túmulo de Jesus e, na ressurreição de Cristo, temos a Verdade Justificada.

Mark L. Y. Chan é professor de Teologia na Trinity Theological College, em Cingapura, e editor da Church and Society in Asia Today (Igreja e Sociedade na Ásia de hoje). Ele é membro do Lausanne Theology Working Group (Grupo de Trabalho Lausanne sobre Teologia).

Traduzido por Joanna Brandão

iPod nas Tumbas Egípcias?

“Se amanhã fosse encontrado um iPod numa das tumbas egípcias, será que isso seria mais chocante do que saber-se que o “homem primitivo” sabia navegar nos mares?”

http://news.nationalgeographic.com/news/2010/02/100217-crete-primitive-humans-mariners-seafarers-mediterranean-sea/

Homens navegando em idades cuja teoria da evolução se assusta, pois ela acreditaria que o homem não saberia sequer construir uma jangada na época em que datam os machadinhos encontrados na ilha.

um bom comentário sobre o assunto, em português, se encontra em:
http://darwinismo.wordpress.com/2010/03/16/homem-primitivo-nao-era-escritor-mas-era-marinheiro/

At the heart of it all, though, Panagopoulou suspects, was something fundamental to all human beings: “I think they were mainly motivated by curiosity,” she said, “and the desire for exploration.”
significa:
No centro de tudo, porém, Panagopoulou suspeita, foi algo fundamental para todos os seres humanos: “Eu acho que eles foram motivadas principalmente pela curiosidade, ela disse,” e o desejo de exploração “.

desejo de exploração = "E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.." (Gn 1:27 e 28)

Homens, enchei a terra!
tudo faz sentido, com Deus.

O Código Da Vinci, enganoso e ofensivo

O Código da Vinci é uma obra de ficção científica, o próprio autor assim a denota. E, em entrevistas, afirma que quer que as pessoas passem a pesquisar sobre o assunto e tirarem suas prórpias conclusões.
Mas, sinceramente, vejo que aqueles que não querem crer em JESUS, não fazem questão de pesquisar a fundo, mas, sim, acreditam em qualquer obra que venha a tentar ir contra ao que a bíblia diz. Assim, acabam crendo piamente em uma obra de ficção científica!!! Posso rir? não posso… na verdade minha luta não é contra estas pessoas.. na verdade, devo orar por elas e pedir para que Deus as atraia para si, livrando-as do enganador deste século, um inimigo espiritual, contra quem é nossa guerra!

"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." (Paulo, em Efésios 6 : 12)

Como disse um certo súdito ao seu rei: “A Bíblia é uma bigorna que já quebrou muitos martelos”

Aqui vai um bom artigo sobre o Código Da Vinci
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O livro “O Código Da Vinci”, em destaque na lista de best-sellers do New York Times, cativou a atenção de milhões de leitores, motivou um programa especial no horário nobre na ABC News [e foi lançado como um importante filme de Hollywood]. O livro prende o leitor com uma história excitante de aventura e intriga, fazendo-o acompanhar seus personagens numa louca incursão pela Europa à medida em que procuram indícios da verdadeira identidade de Jesus Cristo.

O problema é que o livro aborda a vida de Jesus de uma maneira completamente antibíblica, ofensiva e estarrecedora para os que nEle crêem. Assim como tantos outros ataques à integridade de Jesus Cristo, O Código Da Vinci declara que Jesus realmente existiu, mas que Ele era meramente humano e não divino. Na realidade, os personagens do livro alegam insultuosamente que Jesus foi casado com Maria Madalena e que teria deixado uma linhagem de descendentes humanos, alguns dos quais estariam vivos hoje.

O enredo deturpado gira em torno de uma série de indícios ocultos nas obras de Leonardo da Vinci, que pintou “Mona Lisa” e “A Última Ceia”. O romance apresenta da Vinci como membro de uma sociedade secreta chamada de “Priorado de Sião”, fundada em 1099. O livro também liga algumas celebridades como Sir Isaac Newton, Victor Hugo e Claude Debussy à teoria da conspiração de que o priorado teria deliberadamente escondido a “verdade” sobre Jesus e Maria Madalena do resto do mundo durante séculos.

O romance envolve a história de Robert Langdon, um simbologista de Harvard, e uma criptógrafa francesa chamada Sophie Neveu (”nova sabedoria”, em francês). Juntos, eles teriam encontrado uma série de vestígios criptografados que revelam os “segredos” do Cristianismo: que Deus seria uma mulher, Jesus teria descendentes e que Maria Madalena seria divina. O livro alega que essas verdades estariam escondidas numa série de documentos secretos chamados de “Documentos do Santo Graal”.

Dan Brown tece uma narrativa com grande poder de entretenimento, mas perigosamente blasfema, em O Código Da Vinci. Ele afirma que Maria Madalena seria o Santo Graal (o cálice de Cristo), que ela e Jesus seriam os progenitores da linhagem merovíngia de governantes europeus e que ela estaria sepultada sob a pirâmide invertida de vidro no Louvre, em Paris, onde ainda hoje se poderia sentir emanações de seu espírito divino.

Engano intencional

O romance descreve o Cristianismo como uma gigantesca conspiração baseada numa grande mentira (a divindade de Cristo). Os personagens de Brown sugerem que os apóstolos e pais da igreja seriam nada mais do que opressores patriarcais que teriam suprimido a adoração à “divindade feminina”. Na verdade, o livro descreve os Evangelhos do Novo Testamento como produtos humanos de machos chauvinistas anti-feministas que teriam procurado reinventar o Cristianismo para oprimir as mulheres e reprimir a adoração à deusa.

A agenda feminista é ostentosa por todo o romance, alegando que a igreja primitiva, dominada por homens e liderada por Pedro, teria se voltado contra Maria Madalena após a morte de Jesus e provocado sua fuga para a França (a antiga Gália). Então, o imperador Constantino teria convenientemente deificado Jesus a fim de consolidar seu controle sobre o mundo. O livro indica que na votação do Concílio de Nicéia sobre a divindade de Cristo o resultado teria sido apertado. Na realidade, houve 300 votos favoráveis e apenas dois contrários. Dificilmente essa pode ser considerada uma eleição disputada! Mas, definitivamente, a precisão histórica não é o ponto forte do romance.

Essa é apenas uma das muitas distorções deliberadas existentes no livro. Outra envolve os heréticos evangelhos gnósticos escritos no final do século II como sendo os evangelhos “reais”. Encontrados em Nag Hammadi no Egito, em 1946, esses mitos gnósticos nunca foram reconhecidos pela igreja primitiva como Escrituras legítimas. O Dr. Albert Mohler, presidente do Seminário Batista do Sul (nos EUA), disse que “as Escrituras do Novo Testamento foram reconhecidas e destacadas devido à sua autoria apostólica e pelo seu conteúdo claramente ortodoxo”. Em contrapartida, Mohler afirma que os textos de Nag Hammadi são “facilmente identificáveis como literatura gnóstica distanciada da Igreja”.

É verdade que a igreja medieval distorceu as verdades básicas da mensagem simples do Evangelho. Mas foi vários séculos depois da época de Cristo e dos apóstolos que ela acrescentou idéias como a salvação pelas obras, a veneração de santos e a importância de relíquias sagradas, como o chamado “Santo Graal” – o cálice de Cristo. Em O Código Da Vinci o “cálice” é Maria Madalena, mitologizada e sexualizada como se fosse a amante ou esposa de Jesus Cristo.

Distorção diabólica

Em comparação ao livro O Código Da Vinci, o filme “A Última Tentação de Cristo” parece ameno. O romance de Brown acusa o Cristianismo de culpar a mulher pela queda de toda a raça humana. Ele parece esquecer que a história de Adão e Eva é judaica e antecipa o Novo Testamento por muitos séculos. Na realidade, o enredo de O Código Da Vinci é uma combinação de secularismo ostensivo com feminismo hostil.

O livro assevera que o próprio Da Vinci, um cientista brilhante e pintor renascentista, estaria ciente da verdade sobre Maria Madalena e a teria representado como João, sentado próximo a Jesus em sua “A Última Ceia”. O romance deixa a impressão de que Maria estaria retratada na pintura de Da Vinci como a esposa de Cristo. Ele também afirma que Pedro estaria fazendo um gesto ameaçador em direção a Maria como se estivesse tentando eliminar a influência feminina da Igreja. Na realidade, de forma nenhuma Maria Madalena aparece no quadro! Os personagens de Brown “lêem” na pintura aquilo que eles querem ver – a feminização do Cristianismo.

Não há nada no registro bíblico sobre a Última Ceia que indique a presença de mulheres nessa refeição. Também não há qualquer indicação nos Evangelhos bíblicos de que os discípulos guardaram o cálice de Cristo, pedaços da cruz ou quaisquer outras relíquias religiosas. Não é o cálice no qual Jesus bebeu que nos salva, tampouco lascas da cruz onde Ele morreu. O sangue que Ele derramou naquela cruz, simbolizado pelo cálice, é a verdadeira base para nossa salvação.

A Bíblia diz: “a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé” (Romanos 3.25); “no qual temos a redenção, pelo seu sangue” (Efésios 1.7); “e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz” (Colossenses 1.20); “e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7).

Desafio decisivo

Não tenho idéia de quais são as convicções religiosas de Dan Brown, mas posso dizer-lhes com certeza que não são baseadas em crenças cristãs ortodoxas. Seu romance é fascinante e de grande poder de entretenimento, mas é exatamente esse o problema. Jovens pastores me contam que são bombardeados com perguntas céticas de recém-convertidos que ficam genuinamente perturbados ao lerem o livro, por parecer tão convincente.

O Cristianismo superou tais críticas antes e o fará novamente. A verdadeira história do Evangelho ainda é a maior história que já foi contada! Os ensinamentos de Jesus Cristo sempre foram e sempre serão superiores a qualquer coisa que o mundo venha a oferecer. Ao mesmo tempo, não podemos enfiar nossa cabeça na “areia eclesiástica” e simplesmente desejar que esse tipo de coisa desapareça.

Há respostas reais para as questões levantadas em O Código Da Vinci. Tais desafios à fé devem nos estimular a lidar com essas questões, respondendo as perguntas para satisfazer as mentes honestas e inquiridoras. O que me preocupa é a mentalidade da geração pós-moderna. Talvez a questão real não seja o que o livro contém, mas o fato de que um público biblicamente ignorante o leve realmente a sério.

Em alguns aspectos, O Código Da Vinci é mais uma acusação à nossa geração do que ao autor do livro. Quando estava entrando na adolescência, nos anos 60, eu ficava continuamente chocado pela ingenuidade de meus pais, que acreditavam em tudo que liam no jornal só porque estava escrito ali. Nunca lhes ocorreu que as reportagens e editoriais eram redigidos por pessoas com agendas pessoais e políticas. Eles haviam crescido numa época em que se acreditava naquilo que se lia, não importando quem era o autor. O mesmo é verdadeiro, e até ainda mais, para a televisão e o cinema. Da mesma forma como muitas vezes expliquei essa realidade para a geração de meus pais, advirto a atual geração: não acreditem em tudo que vocês lêem em um romance ou vêem em um filme!

A Bíblia exorta: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1 João 4.1-3). (Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

O Dr. Ed Hindson é assessor do reitor da Liberty University em Lynchburg/VA (EUA).

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, julho de 2004.

Fonte eletrônica:
http://www.chamada.com.br

Quem veio primeiro: O homem ou o oxigênio?

Céu: Oxigênio voa por aqui...
Hoje vi de perto um comunicador via satélite. Distância mínima recomendada: um metro. Assim evitamos a radiação.

Diante desta realidade, acabei pensando sobre este mundo que Deus criou.
Ele criou várias coisas invisíveis, que não atrapalham nossa interação com o ambiente.
Uma delas é o oxigênio.. já pensou se o oxigênio fosse de outra coloração, roxa (por exemplo)? Não conseguiríamos enxergar tudo tão claro, como vemos hoje.
Outro aspecto são as ondas de rádio-comunicação. A ionosfera foi criada para permitir a comunicação dos homens, antes mesmo do homem saber disso. E as ondas de rádio também são transparentes… claro.. Mas, imaginem se não fossem: iriamos ver raios para tudo que é lado: sky, directv, satélite, raios vindos do espaço cósmico… acho que a visão física humana seria inútil se isso fosse realidade.

Enfim, este planeta foi criado para que o homem aprendesse a usá-lo!

É por isso que vejo que os crentes na teoria da evolução têm um sério problema, se precisarem provar que o homem evoluiu para respirar oxigênio.

É muito mais provável crer que:
Deus criou a terra com um gás transparente e fez o homem capaz de respirar este gás, uma vez que o mesmo não atrapalha nossa visão.
do que: o homem respirava outros gases, ai foi “aprendendo” a respirar oxigênio. Nenhuma evidência disso.

"Porque assim diz o SENHOR que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; ele a confirmou, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o SENHOR e não há outro." (Isaías 45 : 18, aproximadamente 2.408 anos atrás!!)

Todo homem que vê um jabuti ou uma tartaruga em cima de um poste, logo pensa: Alguém colocou ele ai.
Agora, alguns homens que vêem o mundo, a natureza, a perfeição dos ecossistemas, acabam, estranhamente, acabam pensando: Isso veio do acaso, ninguém “colocou” eles ai.
"NO princípio criou Deus os céus e a terra." (Gênesis 1 : 1)