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	<title>Marcelo Ribeiro de Oliveira</title>
	<link>http://blog.blasterbit.com</link>
	<description>Blog sobre mim: vida, idéias, profissão, hobbies, etc;</description>
	<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 20:52:39 +0000</pubDate>
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		<title>O mundo está cheio de garotos que se barbeiam</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 20:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>Diversos</category>

		<category>comportamento</category>

		<category>caráter</category>

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		<description><![CDATA[
por Mark Driscoll 
&#8220;Historicamente, um rapaz passava por duas fases na vida: menino, depois homem&#8221;
A transição da criança para adulto estava relacionada com cinco variáveis sociais que aconteciam quase sempre simultaneamente ou em um período curto de tempo: Deixar a casa dos pais (Gênesis 2.24); terminar os estudos (ou treinamento vocacional); começar um trabalho que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sepal.org.br/novo/images/resized/images/stories/garotos2_200_168.png" alt="Garoto que se barbeia" /></p>
<p>por Mark Driscoll </p>
<p>&#8220;Historicamente, um rapaz passava por duas fases na vida: menino, depois homem&#8221;<br />
A transição da criança para adulto estava relacionada com cinco variáveis sociais que aconteciam quase sempre simultaneamente ou em um período curto de tempo: Deixar a casa dos pais (Gênesis 2.24); terminar os estudos (ou treinamento vocacional); começar um trabalho que definiria a carreira, não apenas um temporário; conhecer uma mulher, amá-la, honrá-la, cortejá-la e então casar-se com ela; ter filhos com ela.<br />
Mas veja o que aconteceu. Ao invés de sair da infância para a vida adulta por meio dessa sucessão de transições sociológicas, nós criamos algo chamado adolescência. É um terceiro estágio, entre o menino e o homem. Não sabemos como chamá-los, então chamamos de garotos. São os garotos que se barbeiam.</p>
<p>Hoje, a adolescência começa por volta dos doze anos e continua indefinidamente. Não há um fim claro para ela. O problema com a adolescência é que os garotos não sabem quando finalmente crescerão para se tornarem adultos, e não há pressão sobre eles para que isso aconteça.</p>
<p>É quando você faz 16 e pode dirigir? Ou 18, e pode votar e ingressar no exército? Ou 21, quando você pode beber? ¹. É quando você sai da faculdade após estudar lá por 7 ou 8 anos? É quando você se casa? Quando tem filhos? Quando compra um imóvel? Ninguém sabe. Assim, sobra uma adolescência indefinida e uma epidemia da Síndrome de Peter Pan onde homens querem ser meninos para sempre.</p>
<p>Para onde você vai? Vá a Escritura. Em 1 Coríntios 11.7, Paul diz que um homem é “imagem e glória de Deus”. Ele deve refletir a verdade, a bondade, o amor e a misericórdia de Jesus, seu Deus e Salvador. Ele é a glória de Deus. E eu ainda tenho esperança nesses garotos. Quando vejo um garoto, não vejo um viciado em pornografia, rato de internet, jogador de World of Warcraft², um daqueles garotos que se junta com mais outros 20 garotos e pagam 5 reais por mês pelo aluguel de um apartamento e comem pizza o dia inteiro e chama essa situação de bar mitzvah³.</p>
<p>Eu tenho fé nesses garotos porque eles são a glória de Deus. Eles são a glória de Deus. Obviamente, há alguma coisa a ser feita, com certeza. Mas vocês homens são a glória de Deus. E Deus quer que sua glória brilhe através de vocês. Deus quer que seu reino seja feito visível através de vocês. Deus quer que vocês sejam seus filhos. Deus quer que vocês, pelo poder do Espírito Santo, sigam o exemplo de Jesus, e atentem para o exemplo de João.</p>
<p>Não me importo se você comprar uma picape, ou se joga videogame e arrasa na guitarra. Eu realmente não me importo. O problema é quando essas coisas prevalecem, predominam e são preeminentes na sua vida. Alguns garotos podem vir argumentar comigo e dizer “nada disso é pecado”. Não, mas às vezes é idiota. É bobo. Totalmente bobo. Você é despedido porque perdia tempo no trabalho tentado subir de nível para se tornar líder do clã4. Isso é bobeira. Totalmente bobo. Você trabalha apenas meio período para poder tocar mais guitarra. Isso é bobeira. Totalmente bobo. Você gasta todo seu dinheiro em um carro novo, brinquedos, eletrônicos, apostas ou bolão do campeonato de futebol. Bobeira. Alguns vão dizer “nada disos é pecado”. Comer a grama que você deveria aparar também não é. É só idiota. E também não vai te levar a lugar algum. Há um monte de coisas que garotos cristãos fazem que não é errado, é só idiota.</p>
<p>Vocês são a glória de Deus. O que significa ser um homem. João é um grande exemplo. Ele não gastou sua juventude fazendo download de pornografia, estourando a conta do cartão de crédito, passando sete anos na faculdade, tentando ser o rei das apostas de futebol ou basquete, determinado a beber cada vez mais latas de cerveja no happy hour e conquistar mais mulheres que todos os outros garotos para mostrar que é um homem de verdade. Isso não tem nada de homem. Só de garoto que se barbeia.</p>
<p>João nos mostra o que é um homem de verdade: ele era cheio do Espírito. Ele humildemente prepara o caminho para Jesus. Um evangelista que segue a carreira de levar outras pessoas a Jesus. Um homem que sempre dá mais do que recebe. Um produtor, não um consumidor.</p>
<p>Homens, vocês devem ser criadores e cultivadores. Se vocês querem ser imagem de Deus, seu Deus é criador e cultivador. Você cria um casamento e o cultiva com sua esposa. Você cria uma criança com ela, e a cultiva. Você cria o legado de uma nova família que durará gerações e o cultiva. Você cria uma carreira e a cultiva. Você cria um ministério e o cultiva. Você deseja ser um homem? Seja um criador e cultivador. Seja um produtor, não um consumidor. Seja um doador, não um recebedor. Traga vida, não morte.</p>
<p>Esse não é o caminho mais fácil. É o caminho que mais glorifica a Deus. Trilhe esse caminho, como João trilhou.</p>
<p>¹ Regras dos Estados Unidos<br />
² Jogo de computador jogado via internet<br />
³ Ritual Judaico tradicional de transição<br />
4 Situações do já citado World of Warcraft<br />
Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com</p>
<p>Fonte: Iprodigo<br />
e http://www.sepal.org.br/novo/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=3412:o-mundo-esta-cheio-de-garotos-que-se-barbeiam&#038;catid=45:gente&#038;Itemid=477
</p>
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		<title>Semeando subversão nos campos do relativismo</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/07/27/semeando-subversao-nos-campos-do-relativismo/</link>
		<comments>http://blog.blasterbit.com/2010/07/27/semeando-subversao-nos-campos-do-relativismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 20:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>Ateu?</category>

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		<description><![CDATA[(fonte: http://cristianismohoje.com.br/ch/semeando-subversao-nos-campos-do-relativismo/)
Mais importante do que ganhar o argumento contra o relativismo é ganhar o relativista para Cristo.
Por Mark L. Y. Chan
A globalização e as migrações trouxeram o pluralismo religioso – algo que os Asiáticos têm vivido por milênios – para o Ocidente. Na edição deste mês da Global Conversation (Conversa Global), o teólogo de Singapura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(fonte: http://cristianismohoje.com.br/ch/semeando-subversao-nos-campos-do-relativismo/)</p>
<p>Mais importante do que ganhar o argumento contra o relativismo é ganhar o relativista para Cristo.</p>
<p>Por Mark L. Y. Chan</p>
<p>A globalização e as migrações trouxeram o pluralismo religioso – algo que os Asiáticos têm vivido por milênios – para o Ocidente. Na edição deste mês da Global Conversation (Conversa Global), o teólogo de Singapura Mark Chan explora sua experiência como um crente Asiático, para ajudar Cristãos de todas as partes do mundo a evangelizarem os que foram cegados pelas falácias do relativismo.</p>
<p>Devido à globalização e à migração dos povos através das fronteiras nacionais, o pluralismo religioso tornou-se mais pronunciado no chamado Ocidente Cristão. O “encolhimento” do mundo aproximou ainda mais as diferentes religiões e seus respectivos seguidores uns dos outros.</p>
<p>Encontramos pessoas de outras raças. Aprendemos sobre suas culturas e crenças através da televisão e da Internet. A presença crescente de mesquitas e templos – sem mencionar os restaurantes étnicos (ou seja, não-ocidentais) – reflete a natureza cada vez mais multi-étnica e multi-religiosa das sociedades Ocidentais.</p>
<p>Esse pluralismo pode ser relativamente novo no Ocidente, no entanto, sempre foi comum nas terras da Ásia. Praticamente todas as grandes religiões do mundo têm suas raízes na história da Ásia, e elas continuam a comandar a obediência e a fidelidade de bilhões.</p>
<p>A maioria dos Cristãos de hoje convivem com pessoas de outras religiões. Nesse sentido, eles não são diferentes dos primeiros Cristãos, que proclamaram Jesus como Senhor e Salvador diante dos muitos deuses e senhores da sociedade Greco-Romana.</p>
<p>Como eles, somos chamados a abraçar, vestir e declarar a verdade de que Deus revelou-se final e definitivamente em Jesus Cristo. Através de sua morte e ressurreição, os pecadores encontram o perdão dos pecados e são reconciliados com Deus. Como, então, devemos proclamar a finalidade de Cristo, dado o fato do pluralismo religioso e de sua frequente acompanhante, a relativização da verdade absoluta?</p>
<p>Vivendo em uma sociedade racial e religiosamente diversa, os Cristãos de Cingapura tiveram de aprender não apenas a conviver com adeptos de outras religiões, mas também a trabalhar com eles para o bem comum. E estão fazendo isso sem comprometer sua fé. Alguns argumentam que a harmonia social só pode ser alcançada e mantida se os religiosos se abstiverem das reivindicações de verdades exclusivistas. O desafio da Igreja é demonstrar a falácia dessa maneira de pensar.</p>
<p><strong>Do pluralismo para o relativismo</strong> – Alguns pensadores Cristãos têm descartado a unicidade de Cristo e abraçado o pluralismo. Eles afirmam que todas as religiões são caminhos igualmente válidos para chegar a Deus ou a uma realidade divina final, e que nenhuma religião pode pretender ter a palavra final sobre a verdade.</p>
<p>Eles se movem de um pluralismo descritivo e social, que permite uma diversidade de expressões religiosas, para um pluralismo metafísico. Tais pluralistas (tanto no Ocidente quanto na Ásia) involuntariamente soam como o Vedanta do Hinduísmo, o qual ensina que, assim como todos os rios deságuam no mesmo oceano, todas as religiões levam à mesma realidade final. Jesus é apenas um entre os muitos caminhos para esta realidade.</p>
<p>Alguns Cristãos declarados da Ásia consideram Cristo como um avatar, porém, um entre as muitas manifestações divinas possíveis. Sua relativização da verdade de Cristo deve-se muito às hipóteses monísticas de sua cultura. Os seguidores de Cristo na Ásia precisam sim incorporar a verdade dentro de seus contextos culturais, mas nunca em detrimento da verdade de Deus.</p>
<p>Para os pluralistas, as religiões são historicamente expressões acidentais de uma mesma realidade espiritual final. Eles argumentam que se deve olhar além das distinções de credo, deve-se olhar para a transformação de vida resultante do encontro vivencial com a realidade básica que todas as religiões apontam e mediam.</p>
<p>Esta dissociação entre a espiritualidade e a religião, não apenas carrega um aroma “politicamente correto”, como também se adéqua perfeitamente ao espírito pós-moderno de nossa época.</p>
<p>O pós-modernismo desafia a fácil caracterização. Isso significa coisas diferentes para pessoas diferentes, e os Cristãos não são uniformes na abordagem desta questão. O que nos preocupa são os aspectos mais desconstrutivos e radicais do pós-modernismo, particularmente sua incredulidade em direção à verdade absoluta, sua rejeição a todas as histórias universais que explicam a vida e dão-lhe significado, e sua relativização de todas as afirmações da verdade. Estes aspectos têm implicações importantes para toda a igreja em seus esforços para incorporar o evangelho integral e trazê-lo para todo o mundo.</p>
<p>A mentalidade pós-moderna é alérgica a verdade universal e absoluta. Afinal, como diz o pós-moderno, simplesmente não temos acesso à verdade absoluta, tudo o que temos são verdades – construções sociais formadas a partir de matérias-primas extraídas de contextos históricos e sociais. No lugar da verdade como uma metanarrativa universal, os pós-modernistas oferecem histórias específicas de cada comunidade, que não possuem validade como verdade fora das respectivas sociedades nas quais funcionam. Como não existe uma plataforma neutra ou trans-contextual que permita avaliar afirmações concorrentes, é preciso simplesmente colocar-se diante de seus múltiplos pontos de vista, que se empurram em busca de supremacia e aceitação.</p>
<p>Para o pluralista pós-moderno, a verdade é o que emerge no final desta luta entre afirmações opostas. A verdade é definida pelo poder, porque todas as alegações de verdade são apenas tentativas de manipulação dos poderosos, ou daqueles com interesses de impor suas vontades.</p>
<p>Para os pluralistas pós-modernos, afirmar que Jesus é a Verdade Encarnada pode muito bem ser uma fachada para o imperialismo colonial, o chauvinismo cultural ou a intolerância religiosa. Aqui está a hermenêutica da suspeita a serviço do politicamente correto!</p>
<p><strong>A verdade e as escolhas morais</strong>– A mesma suspeita é aplicada à moralidade. Questões de certo e errado são tentativas de outros de impor sua vontade sobre nós. Por que devemos aceitar as definições de certo e errado vindas de outras pessoas? O pensamento pós-moderno logo conduz ao tipo de relativismo moral, onde julgar entre o certo e o errado é uma questão de interpretação pessoal.</p>
<p>Sem um quadro universal do certo e do errado, as alegações dos terroristas que explodem a si mesmos e tiram vidas inocentes têm tanta validade quanto as alegações daqueles que enviam tropas para forçá-los a parar.</p>
<p>Com que base um pós-modernista pode se opor às escolhas de outros? Se as pessoas estão fazendo experiências com embriões ou desviando dinheiro com regimes corruptos ou fornecendo abrigos financeiros para corporações empresariais desonestas, não há base para dizer que estão errados. Apenas a conveniência e o pragmatismo econômico têm a palavra final.</p>
<p>O mesmo vale para as decisões a nível individual. O certo e o errado são mais frequentemente determinados com base no que é útil ou no que melhor satisfaz as aspirações de uma pessoa.</p>
<p>O individualismo tão decisivo é irônico, dada a importância que o pensamento pós-moderno coloca sobre a comunidade e a tradição. Duvidosas das autoridades e desprovidas de qualquer norma transcendente e objetiva pela qual seja oferecida orientação, as pessoas retrocedem em suas próprias autoridades e decisões sobre o que é verdadeiro e justo por razões pragmáticas. O pós-modernismo não só tribaliza a verdade, como também a privatiza. Vemos isso, por exemplo, na forma como o comportamento sexual é considerado um assunto privado, deixado como uma escolha do indivíduo.</p>
<p>Esta orientação individualista encaixa-se perfeitamente com o descentrado, anti-autoritário e igualitário caráter de nossa era da Internet. Seu impacto é evidente na forma como a espiritualidade é muitas vezes entendida. Aqueles que adotam a visão pluralista da realidade espiritual suprema – que é inefável, amorfa e independente das afirmações religiosas da verdade – podem ser espirituais sem que se misturem com religiões institucionais. Eles são livres para selecionar e escolher entre o vasto leque de idéias e modismos, misturando e combinando religiões e adotando uma espiritualidade adequada a sua própria imagem. Assim, hoje encontramos aqueles que, em um suspiro, afirmam a encarnação de Cristo e, em outro, pregam a reencarnação.</p>
<p>Essa liberdade é atraente. E, completando esta atração, adiciona-se o argumento, muitas vezes repetido, de que os exclusivistas são ingênuos, arrogantes, desrespeitosos com outras culturas e intolerantes com as demais religiões. Suas visões absolutistas servem apenas para aumentar a tensão inter-religiosa, agravar os conflitos entre as comunidades e, em alguns casos, até mesmo incitar a violência. Para evitar uma nova polarização de nosso mundo extremamente fragmentado, é preciso, argumentam alguns, adotar uma abordagem pluralista para as religiões e uma postura relativista da verdade.</p>
<p>O que faremos com as afirmações e críticas dos relativistas? E como devemos louvar a verdade do evangelho nos dias de hoje?</p>
<p><strong>Louvando a verdade</strong> – Para começar, a crença de que o conhecimento da verdade significa necessariamente intolerância confunde convicção com arrogância, além de confundir desacordo racional com comportamento desagradável.</p>
<p>Ao longo dos anos, o Conselho Nacional das Igrejas de Cingapura tem conversado com o Conselho dos Religiosos Islâmicos de Cingapura sobre assuntos que dizem respeito a ambas as comunidades religiosas. Eles tiveram um intercâmbio amigável, por exemplo, sobre como a fé de cada um entende o envolvimento da comunidade. Os bispos, imames e teólogos que se reúnem são todos crentes comprometidos, e não há dúvida de que possuem diferenças profundas. No entanto, o tom de suas interações sempre foi cortês e respeitoso e, por isso, os encontros têm sido produtivos.</p>
<p>A real tolerância implica em colocar-se com o que se considera ser o erro. Justamente porque existem diferenças genuínas entre as pessoas, vemos a tolerância como uma virtude.</p>
<p>Ao insistir que não existe algo como a verdade universal, exceto a verdade universal de que não existe algo como a verdade universal, o relativismo é tão absolutista quanto a afirmação de que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Não se pode insistir com o pluralista que todas as alegações de verdades religiosas e morais são igualmente válidas e, ao mesmo tempo, manter com o relativista a existência de uma verdade absoluta que somente faz sentido na diversidade das afirmações de verdade.</p>
<p>A fé Cristã condena a arrogância e a atitude de superioridade em relação às pessoas de outras religiões ou às de convicções não religiosas. É verdade também que existiram Cristãos fanáticos e práticas muito insensíveis nas missões e no evangelismo durante a longa história da igreja. Porém, estes são indicativos de falhas vergonhosas da igreja e não a essência da fé Cristã.</p>
<p>Os Cristãos são chamados a amar em vez de tolerar as pessoas e, ao fazê-lo, a refletir o amor de Deus para todos. Isso inclui os relativistas ardentes, os pluralistas sanguíneos e os ateus belicosos. Ao recomendar a verdade em face ao relativismo, devemos ter em mente que estamos, na raiz, lidando com pessoas, não com idéias frias. O relativista não é apenas um representante de uma cosmovisão, mas uma pessoa de carne e osso, com todas as necessidades e anseios de um ser humano feito à imagem de Deus. Mais importante do que ganhar o argumento contra o relativismo, é ganhar o relativista para Cristo.</p>
<p>Relativistas convictos, como todas as pessoas, não são imunes às dificuldades e aos problemas. A crise econômica global, ou um terremoto devastador, não discrimina relativistas e exclusivistas. Quando relativistas são abatidos pelas exigências da vida, raramente existem argumentos persuasivos para a verdade que os atrairá. E esta é, muito provavelmente, o cuidado prático e a preocupação amorosa manifestada pelos Cristãos. Não podemos fornecer calor a um relativismo frio, mas podemos envolver um cobertor em torno de um relativista trêmulo.</p>
<p>O encontro de pessoas de todas as crenças e convicções, ao nível de nossa humanidade comum, é um bom ponto de partida para compartilhar a verdade de Cristo. Na segurança da amizade verdadeira, onde a confiança é conquistada e respeitada, as pessoas podem honestamente questionar as hipóteses fundamentais. Os Cristãos podem semear sementes de subversão no campo do relativismo, levantando questões sobre a adequação do relativismo moral como um guia para a vida. É possível, de fato, viver sem a verdade absoluta?</p>
<p>Os relativistas podem insistir sobre a ausência da verdade universal, mas vivem, instintivamente, assumindo sua realidade. Isso ocorre porque as pessoas têm um desejo irreprimível de Deus e um desejo pela verdade. A verdade de Deus prevalecerá, porque há algo coerente e convincente sobre sua Palavra, algo que soa verdadeiro para a vida.</p>
<p>Dado o temperamento relativista de nossos tempos, é fácil para a Igreja perder a confiança no evangelho como “o poder de Deus para a salvação” e se afastar de proclamar Cristo como o único caminho para Deus. Para se proteger e não perder os nervos, os Cristãos precisam estar seriamente fundamentados na verdade das Escrituras e no conhecimento de Cristo. O trabalho de louvar a verdade em nosso mundo deve começar em casa – na vida, na adoração e nas catequeses de nossas igrejas.</p>
<p>Acreditar na verdade absoluta é correr contra o espírito de nossa época. Podemos esperar ser ridicularizados, excluídos e contrariados. Precisamos lembrar que aquele que era a Verdade Encarnada, aquele a quem João descreve como “cheio de graça e de verdade”, tornou-se a Verdade Crucificada nas mãos de pessoas inclinadas a apagarem a luz da verdade. As trevas não têm a última palavra. A luz perfurou o túmulo de Jesus e, na ressurreição de Cristo, temos a Verdade Justificada.</p>
<p>Mark L. Y. Chan é professor de Teologia na Trinity Theological College, em Cingapura, e editor da Church and Society in Asia Today (Igreja e Sociedade na Ásia de hoje). Ele é membro do Lausanne Theology Working Group (Grupo de Trabalho Lausanne sobre Teologia).</p>
<p>Traduzido por Joanna Brandão
</p>
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		<title>Ver a Glória</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/06/17/ver-a-gloria-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 16:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>caráter</category>

		<category>Cristão é quem vive como Cristo!</category>

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		<description><![CDATA[(Mário Fernandez)
“Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e
viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita,”
(Atos 7:55).
Muitas pessoas, especialmente nas igrejas, falam que querem
ver a glória de Deus. Tem músicas que dizem isso, tem
pregadores que incentivam isso. Só que o detalhe que a Bíblia
mostra e nem todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Mário Fernandez)</p>
<p><code>“Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e<br />
viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita,”<br />
(Atos 7:55).</code></p>
<p>Muitas pessoas, especialmente nas igrejas, falam que querem<br />
ver a glória de Deus. Tem músicas que dizem isso, tem<br />
pregadores que incentivam isso. Só que o detalhe que a Bíblia<br />
mostra e nem todo mundo percebe é que isso tem um preço.<br />
No caso específico de Estêvão, narrado neste versículo, ele só<br />
viu a glória de Deus quando foi apedrejado. Será que nós<br />
estamos dispostos a ser apedrejados? Nem que não seja<br />
literalmente?</p>
<p>Uma boa parte das pessoas já fica deprimida só de enfrentar<br />
conflitos de relacionamentos, sejam brigas conjugais,<br />
perseguição no trabalho, coisas assim. Só fico imaginando ser<br />
apedrejado. Não precisa ser literalmente, estamos no século<br />
XXI. Mesmo que seja apenas emocionalmente, apenas o nosso<br />
ego sendo apedrejado.</p>
<p>Precisamos ter em mente, e com muita clareza, que o nosso<br />
Deus tem seus próprios métodos para fazer as coisas e isso<br />
inclui a expressão de Sua glória. Ele se mostrou em glória sem<br />
apedrejamento, é verdade, mas nunca sem um preço ser pago.<br />
Analise quando Moisés viu a glória de Deus (no deserto), ou<br />
Daniel (na cova), ou os amigos de Daniel (na fornalha), ou<br />
qualquer outro.</p>
<p><strong>Meu querido leitor, é preciso entender e aceitar que o Senhor é<br />
dono da glória e só pode vê-la quem estiver disposto a<br />
perder/dar sua vida para isso. Gente viva não pode ver a glória<br />
de Deus. Jesus foi para cruz em nosso lugar, mas nosso ego<br />
precisa morrer, é isso que significa negar-se a si mesmo e tomar<br />
sua cruz a cada dia. É preciso morrer para o mundo. É preciso<br />
considerar a morte como lucro e a vida como Cristo.</p>
<p>Enquanto tentarmos viver neste mundo como se fôssemos ficar<br />
nele para sempre, não veremos a glória de Deus e isso vai<br />
continuar sendo expediente para poucos. Os poucos que não<br />
dão valor na própria vida se for para perdê-la pelo Senhor. E<br />
digo mais: estes serão justamente os que viverão…</strong></p>
<p><em>“Senhor, a mensagem da cruz precisa ser entendida à luz de um<br />
preço sendo pago. Obrigado pela cruz. Obrigado porque posso<br />
ver a Tua glória. Ensina-me e fortalece-me para que eu aprenda<br />
a caminhar contigo.”</em></p>
<p>(Mário Fernandez)
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sobre Missões: Abrindo o coração francamente!</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/06/09/sobre-missoes-abrindo-o-coracao-francamente/</link>
		<comments>http://blog.blasterbit.com/2010/06/09/sobre-missoes-abrindo-o-coracao-francamente/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 22:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>Assuntos que surgem</category>

		<category>Missões</category>

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		<description><![CDATA[(por David e Cleonice Botelho)
Queridos amigos,
Nós não estamos conformados com o atual quadro missionário brasileiro, na realidade, estamos indignados. Vocês poderiam perguntar: “por que?” Por favor, leiam abaixo a resposta  para essa pergunta.
No final dos anos 80, havia um crescimento anual de 12.8% no envio de missionários, mas no meio desta década esse crescimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(por David e Cleonice Botelho)</p>
<p>Queridos amigos,</p>
<p>Nós não estamos conformados com o atual quadro missionário brasileiro, na realidade, estamos indignados. Vocês poderiam perguntar: “por que?” Por favor, leiam abaixo a resposta  para essa pergunta.<br />
No final dos anos 80, havia um crescimento anual de 12.8% no envio de missionários, mas no meio desta década esse crescimento apresentou uma redução drástica para 3.5% ao ano, segundo dados da Sepal. Os resultados dessa redução brusca começam a refletir significativamente na maioria das agências missionárias.<br />
Nas conversas com líderes dessas organizações o que ouvimos de um modo geral é que, nunca na história de missões, as agências missionárias receberam um número tão pequeno de candidatos. Isto leva muitos ao desânimo, pois o custo aumenta muito quando o treinamento é feito com poucos candidatos. Por isto, algumas agências já não fazem treinamento há algum tempo.<br />
Contudo, entendemos que outros líderes que estão à frente de algumas associações acham um exagero, e somos vistos como alarmistas diante desse caos. Ora, o que temos procurado é mostrar apenas a realidade.<br />
Nosso objetivo é trabalharmos juntos para tentar mudar esta realidade que temos diante de nós. </p>
<p><strong>Economia brasileira ascendente ainda não é a resposta</strong><br />
 Acreditamos piamente que precisamos de profetas para nos despertar e nos levar a amar a obra missionária transcultural, principalmente aos povos menos evangelizados da terra, ou seja, os que nunca ouviram a mensagem das Boas Novas, nem ao menos uma vez. Esta mensagem é o Evangelho do Reino que deverá e será pregado a todas as gentes, como proclamou nosso Senhor Jesus.<br />
Sim, os que nunca ouviram o Evangelho do Reino precisam ouví-lo pelo menos uma vez. Oswald Smith, pastor da Igreja dos Povos em Toronto - Canadá no século passado, cuja igreja sustentava centenas de missionários perguntou e sua pergunta deve ecoar ainda hoje em nossos ouvidos e corações:<br />
“Por que uma pessoa tem o direito de ouvir o Evangelho duas vezes, enquanto outras nunca ouviram sequer uma vez?”.<br />
Como igreja no Brasil não podemos, de maneira nenhuma, nos queixar da falta de recursos financeiros. Em 2002 o salário mínimo correspondia a 75 dólares, e hoje ele corresponde a aproximadamente 280 dólares, um crescimento de 3,7 vezes. Nessa hipótese, proporcionalmente o envio de obreiros aos povos da Janela 10-40 poderia ter aumentado em mais de três vezes.<br />
Em pouco mais de duas décadas o Brasil se tornou uma das maiores economias do mundo e a igreja evangélica cresceu cerca de quatro vezes em tamanho. E o número de missionários enviados?<br />
<strong> Os pastores e a leitura das Escrituras </strong><br />
A Sociedade Bíblica Ibero-Americana patrocinou uma pesquisa em profundidade durante seis meses, na cidade de São Paulo, com centenas de pastores e líderes evangélicos de várias denominações, que espontaneamente, participaram de entrevistas e responderam a um questionário específico.<br />
Ao final da tabulação dessa pesquisa concluiu-se que 51% destes pastores e líderes ainda não haviam lido totalmente – ao menos uma vez – qualquer versão das Sagradas Escrituras.<br />
Se a maioria dos pastores nunca leu uma vez sequer o manual de ensino, o guia sagrado, como pode entender e amar a obra missionária transcultural?<br />
Como pode compreender a questão do recrutamento, treinamento e envio de missionários?<br />
Como podem entender a importância de sustentar adequadamente aqueles que se prontificam a ir aos lugares mais inóspitos e esquecidos da terra?<br />
Será que conhecem o Evangelho do Reino? Será que percebem que não poderão crer os milhões e milhões que nunca ouviram a Palavra do Senhor?<br />
Compartilhamos olhando os números a nossa frente. São técnicos, racionais, práticos e criteriosos, porém são a “balança” para avaliarmos se estamos alcançando o alvo ou não.<br />
<strong> É importante acertar o alvo?</strong><br />
O apóstolo Paulo, registrou no capítulo 15, verso 22, do livro de Romanos que entre Jerusalém e Albânia já não tinha mais trabalho para fazer, pois já tinham alcançado toda a região com o Evangelho. Por que? Porque haviam trabalhado arduamente para levar a Palavra do Senhor a todos os seus habitantes.<br />
Isto nos faz lembrar de dois casos práticos:<br />
“O marinheiro que não sabe para onde vai qualquer porto que aportar está bem.”<br />
O outro sobre certo atirador que causava certa admiração aqueles que viam a precisão de seus tiros: todos acertavam o alvo.<br />
Certo admirador quis surpreendê-lo. Levantou bem cedo e foi observar o atirador. E escondido viu que ele atirava nas árvores e depois circundava o local acertado para fazer parecer que havia acertado o alvo.<br />
Quantas vezes agimos da mesma maneira e acreditamos que estamos acertando o alvo!<br />
É que estamos exportando o modelo brasileiro de missões para toda a América Latina usando o exemplo de nossas igrejas e organizações missionárias. Infelizmente, de fato, não estamos alcançando o objetivo de levar as boas novas aos não alcançados, não completamos a tarefa. Exportar o quê? E o que dizer dos missionários enviados que sem treinamento levam apenas a religião cristã para os povos e, por desconhecerem, não pregam o Evangelho do Reino?<br />
<strong> O desafio brasileiro</strong><br />
Somente no Brasil temos mais de 150 tribos indígenas sem nenhum obreiro.<br />
Como podemos tomar conhecimento disto sem suspirar diante da realidade de que possuímos aproximadamente 300.000 igrejas evangélicas em nossa pátria?  Mais de 99% delas não possui sequer um missionário transcultural. E a esmagadora maioria não sustenta nem sequer um missionário para povo algum.<br />
Somos a terceira maior igreja no mundo!<br />
Convivemos com as notícias de um exemplo clássico brasileiro: o grave problema do infanticídio entre os povos indígenas. E daí? A maioria das igrejas indiferentemente nem perguntam.<br />
Que alegria no meio deste deserto de indiferença poder ouvir pelo menos uma voz que tem se levantado para combater este grande mal.<br />
Márcia Suzuki está à frente da ATINI que produziu o documentário Hakani mesmo tendo sofrido e ainda sofre uma grande oposição de vários políticos liberais que crêem que não se deve mudar tal quadro, porque entendem que infanticídio entre índios é assunto antropológico. Para Deus é assunto que a Cruz de Seu Filho resolveu. Jesus morreu por todos os povos indígenas e eles precisam saber disto. Será que a igreja brasileira não sabe?<br />
Temos que interceder por uma abertura para que estes povos sejam alcançados. A FUNAI não tem permitido a entrada de obreiros. Devemos lembrar que não existem portas fechadas para o Senhor quando oramos especificamente.<br />
Vou repetir: Mais de 99% das igrejas no Brasil não possui um missionário transcultural sequer. E a cada dia deparamo-nos com uma grande e crescente dificuldade de recrutar um missionário transcultural no meio evangélico. Quando um candidato se apresenta, o maior desafio torna-se a obtenção dos recursos, não só para o treinamento apropriado, mas, também, para o envio e acompanhamento no campo. Suas igrejas não se envolvem, e seus líderes apenas lamentam quando, não poucas vezes, perde esse membro, decepcionado pela falta de apoio para seu projeto missionário.<br />
<strong> Cooperação x Competição</strong><br />
Por outro lado, quando deveríamos ver as agências missionárias se unindo para lutar contra o inimigo comum, temos visto várias agências desesperadas competindo por obreiros e buscando os mesmos em outras organizações que deveriam ser parceiras. Algumas agências denominacionais conservadoras estão buscando obreiros pentecostais treinados devido à grande carência de obreiros preparados.<br />
<strong> Modismos brasileiros</strong><br />
Como brasileiros apreciamos os modismos tais como: músicas e danças contemplativas, teologia da prosperidade, quebra de maldição hereditária, celebridades gospel e outros movimentos, implantados em nossas igrejas. Estes modismos têm drenado todos os recursos econômicos, tempo e pessoas. Pouquíssimo tem sobrado para a obra missionária. Fato é que infelizmente estes movimentos nunca vêm acompanhados de uma visão de alcançar os menos evangelizados da terra com a Palavra do Senhor. Como poderia se tudo é voltado para nosso próprio conforto, sucesso, riqueza e bem estar?<br />
A realidade pobre é que a média de investimento por crente na obra missionária transcultural é de apenas R$ 1.30 por ano.<br />
Todas estas tremendas aberrações precisam parar. Precisamos urgentemente de um avivamento missionário que inflame nossas vidas e sopre para longe a apatia, indiferença, comodismo, egoísmo, avareza e incredulidade. Que expulse esta letargia espiritual.<br />
O remanescente precisa se contrapor com uma nova atitude! Como os nobres bereanos que eram pensadores, questionadores, que checavam os ensinos paulinos com as Sagradas Escrituras. Por isto foram elogiados pelo doutor Lucas, escritor de Atos. De fato, foram elogiados pelo próprio Espírito Santo. É preciso analisar pela Palavra se toda esta teologia, prática de igreja, etc. realmente confere com as Escrituras. No coração de Deus pulsa alcançar os perdidos em toda a Terra. E que igreja é esta que diz que prega e crê na Palavra, porém não a pratica. Principalmente no que diz respeito a fazer discípulos de todas as nações.<br />
<strong> Preletores dos Congressos missionários</strong><br />
Há um elitismo quando alguns acadêmicos são os escolhidos para trazerem as reflexões em nossos congressos. Alguns deles são pastores, mas as igrejas que pastoreiam não têm um programa missionário transcultural. Outros chegam a criticar alguns projetos missionários sem ter nenhuma experiência missionária.  São apenas teóricos alienados da realidade missionária.<br />
São poucos os congressos missionários pentecostais que falam dos desafios missionários e grande parte dos preletores não tem idéia dos desafios dos povos muçulmanos, budistas, hindus, tribais e do grande desafio das milhares de línguas que nada têm da Palavra de Deus, além da importância do treinamento específico, da logística e estratégia necessárias e do cuidado missionário.<br />
Convém lembrar que os verdadeiros avivamentos sempre eram acompanhados por uma grande visão missionária.<br />
<strong> Indiferença de alguns</strong><br />
A indiferença é tão grande que há muitos casos de missionários que compartilham nas igrejas seu trabalho e visão. São levantadas ofertas para o sustento dos missionários e estas não são entregues a eles ou somente uma pequena parte lhes é entregue. Mentira. Furto descarado. Misericórdia, Senhor Jesus!<br />
O mesmo ocorreu no tempo de Neemias quando os quinhões deixaram de ser dado aos obreiros da casa do Senhor e cada um deles fugiu para os seus campos.<br />
Então a voz de Neemias ecoou: - “porque se abandonou a obra de Deus?”.<br />
Como resultado da voz profética do líder, a nação de Israel foi desafiada a trazer de volta os dízimos dos cereais. Então os celeiros se encheram e como resultado os obreiros voltaram para trabalhar na casa do Senhor.<br />
Há um pensamento, quase generalizado, onde se estereotipa o missionário como um “ET” que deve ir para o campo sem o apoio ou a retaguarda. É como o caso de Urias que foi enviado por Davi para o “Front da batalha”. Sim, Davi que estava em pecado! Davi pediu para tirar a retaguarda de Urias e o resultado foi a morte de um inocente.<br />
Se algo não for feito a tempo para levantar os recursos dos obreiros deste século 21 veremos a morte da visão missionária transcultural nesta nação, como tem ocorrido em vários países do hemisfério norte.<br />
Estamos cometendo o pecado da omissão. Não é isto que Tiago disse? Aquele que sabe fazer o bem e não o faz está pecando?<br />
<strong> Exemplo do remanescente a ser imitado</strong><br />
A Segunda Igreja Batista de Itapeva – Mauá – periferia de São Paulo, com aproximadamente 160 membros investe no sustento de três missionários. Enviou recentemente seis candidatos para o treinamento do Projeto Uniasia, inclusive o próprio filho do pastor.<br />
O coração desse pastor ainda continua apaixonado pelo Senhor e pela extensão de Sua obra até os confins da terra.<br />
Se cada igreja no Brasil enviar somente um obreiro para treinamento para ser enviado aos povos não alcançados iremos ver uma revolução missionária no mundo.<br />
 <strong>O que devemos fazer para reverter à situação? </strong><br />
Algo precisa ser feito. E de um modo diferente conforme disse Einstein: “É loucura esperar resultados diferentes se continuamos fazendo a mesma coisa”.<br />
O que dizer de empresas e negócios que poderão ser levantados para gerarem recursos para a Obra? O que dizer de levantar homens de negócios para abrirem empresas em alguns destes países não alcançados para empregarem missionários brasileiros competentes que possam gerar seu sustento enquanto fazem discípulos nestas nações?<br />
Isto nos faz lembrar da famosa frase de Martin Luther King Jr, pastor batista americano que viveu que nos anos 60 e foi preso mais de 120 vezes. Ele via os negros sofrendo um preconceito racial terrível onde não podiam estudar nas mesmas escolas, andar nos mesmos ônibus, comprarem nas mesmas lojas e freqüentarem os restaurantes dos brancos.<br />
Ele disse: “Esperar que Deus faça tudo enquanto nós não fazemos nada. Isto não é fé é superstição”.<br />
<strong> Somente unidos poderemos mudar o quadro</strong><br />
Entendemos que é hora de unir as forças. Criar uma sinergia entre as igrejas missionárias e as organizações missionárias.<br />
Há algumas décadas atrás a extinta revista Cruzeiro possuía uma página, sobre a direção de Péricles, onde o personagem era o “Amigo da Onça”.<br />
Nessa página havia um quadro que mostrava dois cavalos no meio de um curral, amarrados um ao outro com uma corda bem curta. Nos cantos havia grama, mas cada um queria comer no seu canto, e eram limitados pelo tamanho da corda.<br />
No quadro seguinte mostrava os dois lado a lado comendo juntos num dos cantos e no último quadro, também lado a lado, os dois comendo no outro canto.<br />
A moral da história é que a unidade permite que ambos possam comer.<br />
 Associamos isto com o quadro atual. Devemos nos unir para mobilizar, recrutar, treinar, enviar, sustentar e acompanhar o remanescente. Juntos podemos despertar os que estão inertes, omissos e indiferentes a causa de alcançar os esquecidos e negligenciados pela igreja no mundo.<br />
O Senhor nos entregou a tarefa de fazer discípulos de todos os povos. Desde o momento que Ele disse isto já se passaram dois milênios. E muita terra ainda há para se conquistar.</p>
<p><strong> O grande desafio global:</strong><br />
- Há <strong>24.000</strong> povos no mundo e ainda faltam <strong>6.800</strong> para serem alcançados.<br />
- Há <strong>6.909</strong> línguas no mundo e <strong>2.432</strong> delas não têm nem uma porção da Bíblia.<br />
- <strong>85.000</strong> pessoas morrem a cada dia sem <strong>nunca</strong> terem ouvido <strong>nada</strong> de Cristo.<br />
- <strong>500</strong> milhões de chineses  <strong>nunca</strong> ouviram nem o nome de <strong>Cristo</strong>.<br />
- Das <strong>600 mil</strong> cidades e vilas da Índia <strong>500 mil</strong> delas <strong>não possui sequer um obreiro cristão.</strong><br />
- Há somente <strong>um missionário</strong> para atender a <strong>380 mil muçulmanos</strong>. </p>
<p><strong> A oração específica pode mudar o quadro</strong></p>
<p>É claro que a resposta está na oração por obreiros para os povos não alcançados e pelas nações, pois Ele é o dono dos obreiros e das nações.<br />
A Bíblia nos ensina a rogar ao Senhor da Seara por obreiros e a pedir nações por herança.<br />
Temos orado por homens. Entre os não alcançados há duas mulheres missionárias para um homem missionário. É cômico pensar que os homens possam estar orando assim: - Eis me aqui, envia minha irmã.<br />
Somente um grande avivamento espiritual e uma volta a Palavra de Deus é que fará com que pastores e igrejas peguem a visão missionária mundial.<br />
Nós temos produzido literatura e vídeos para municiar os intercessores a orar com sabedoria por obreiros, recursos e oração para os lugares menos alcançados da terra. Acabamos de disponibilizar cinco documentários de muçulmanos que tiveram sonhos e visões com Jesus e se converteram. Eles não só encorajam os crentes, mas também são usados para evangelizar, pois ao final de cada documentário há um convite para tomar uma decisão ao lado de Cristo.<br />
Queremos convidá-lo agora para se unir conosco e ajudar a mudar este quadro nacional e global,  na esperança de vermos o nome de Jesus ser conhecido, enaltecido, glorificado e adorado entre todos os povos, línguas, raças e tribos da terra.<br />
Clamando por misericórdia, sabedoria e Graça do Senhor para fazer a vontade do Mestre.</p>
<p><strong>(por David e Cleonice Botelho)</strong></p>
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		<title>Como acessar as anotações feitas na ABSVD</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/06/08/como-acessar-as-anotacoes-feitas-na-absvd/</link>
		<comments>http://blog.blasterbit.com/2010/06/08/como-acessar-as-anotacoes-feitas-na-absvd/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 13:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>ABSVD - A Bíblia agrada Versão Digital</category>

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		<description><![CDATA[Que a paz do Senhor esteja convosco. Primeiramente parabéns pelo trabalho! Estou com uma pequena dúvida e ou dificuldade. Quando faço anotações gostaria de consultá-las posteriormente independente da pág. que estou, mas observei que o programa só me disponibiliza as anotações para consulta quando estou na página onde ela foi feita. Vc pode me ajudar? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>Que a paz do Senhor esteja convosco. Primeiramente parabéns pelo trabalho! Estou com uma pequena dúvida e ou dificuldade. Quando faço anotações gostaria de consultá-las posteriormente independente da pág. que estou, mas observei que o programa só me disponibiliza as anotações para consulta quando estou na página onde ela foi feita. Vc pode me ajudar? Obrigado e que Deus o abençoe.</p>
<p>André Rubens Alves.</p>
<p>(membro da Igreja Bíblica Congregacional de Itaquera – SP)</p></blockquote>
<p>Ola, André! Graça e Paz!</p>
<p>Para acessar as notas bíblicas, independentemente da página que você esteja &#8220;folheando&#8221;, você deverá clicar, no menu superior (onde se encontra o relógio), em um botão com um ícone de um &#8220;post-it amarelo com um alfinete vermelho&#8221;.
</p>
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		<item>
		<title>Vídeo JAVA + MYSQL + JDBC</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/06/07/video-java-mysql-jdbc/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 21:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>Diversos</category>

		<category>Programação</category>

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		<description><![CDATA[Tutorial Feito como material complementar de aula de Programação para WEB



Fazer download do vídeo!



Código Fonte do arquivo ExemploJDBC.java está abaixo:

package appjdbc;

import java.awt.GridLayout;
import java.awt.event.ActionEvent;
import java.awt.event.ActionListener;

import java.sql.Connection;
import java.sql.DriverManager;
import java.sql.SQLException;

import javax.swing.JButton;
import javax.swing.JFrame;
import javax.swing.JLabel;

/**
 *
 * @author Marcelo
 */
 public class ExemploJDBC extends JFrame{
     public ExemploJDBC(String titulo) {
        [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tutorial Feito como material complementar de aula de Programação para WEB</p>
<div class="wpv_videoc">
<div class="wpv_titleauthor"></div>
<div class="wpv_durationdate"></div>
<div class="wpv_download"><a target="_blank" href="http://downthisvideo.com/?url=http://www.youtube.com/watch?v=4NKvU4vQzsE">Fazer download do vídeo!</a></div>
<div class="wpv_video"><object data="http://www.youtube.com/v/4NKvU4vQzsE" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="100%">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4NKvU4vQzsE"></param></object></div>
</div>
<p>Código Fonte do arquivo <strong>ExemploJDBC.java</strong> está abaixo:</p>
<pre>
package appjdbc;

import java.awt.GridLayout;
import java.awt.event.ActionEvent;
import java.awt.event.ActionListener;

import java.sql.Connection;
import java.sql.DriverManager;
import java.sql.SQLException;

import javax.swing.JButton;
import javax.swing.JFrame;
import javax.swing.JLabel;

/**
 *
 * @author Marcelo
 */
 public class ExemploJDBC extends JFrame{
     public ExemploJDBC(String titulo) {
        super(titulo);
        setSize(500, 100);
        final JLabel lblConexao = new JLabel("...");
        add(lblConexao);
        JButton btnConectar = new JButton("Conectar ao MYSQL");
        add(btnConectar);

        btnConectar.addActionListener(
            new ActionListener() {
                public void actionPerformed(ActionEvent e) {
                   lblConexao.setText(conectar());
                }
            }
        );
    }

   public String conectar(){
     Connection con = null;

        try {
          Class.forName("org.gjt.mm.mysql.Driver").newInstance();
          con = DriverManager.getConnection("jdbc:mysql://localhost/teste?autoReconnect=true",
            "root", "12345");

          if(!con.isClosed())
            return ("Conectado com sucesso! Parabéns!");

        } catch(Exception e) {
          return ("Exception: " + e.getMessage());
        } finally {
          try {
            if(con != null)
              con.close();
          } catch(SQLException e) {
              return ("Exception: " + e.getMessage());
          }
        }
        return null;
   }
      public static void main(String args[]) {
            ExemploJDBC e = new ExemploJDBC("Exemplo JDBC");
            e.setLayout(new GridLayout());
            e.setVisible(true);
        }
 }
</pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Armadilha para Mosquitos</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/05/19/armadilha-para-mosquitos/</link>
		<comments>http://blog.blasterbit.com/2010/05/19/armadilha-para-mosquitos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 May 2010 17:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>Diversos</category>

		<category>Utilidade Pública</category>

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		<description><![CDATA[Recebi esta dica e achei útil. Ainda não a coloquei em prática.
Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a  dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles.
O que nós precisamos é, basicamente:
200 ml de água,
50 gramas de açúcar mascavo,
1 grama de levedura (compra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Recebi esta dica e achei útil. Ainda não a coloquei em prática.</strong></p>
<p>Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a  dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles.</p>
<p>O que nós precisamos é, basicamente:</p>
<p>200 ml de água,<br />
50 gramas de açúcar mascavo,<br />
1 grama de levedura (compra na loja de produtos naturais)<br />
e uma garrafa plástica de 2 litros </p>
<p>A seguir estão os passos a desenvolver:<br />
1. Corte uma garrafa de plástico no meio. Guardar a parte do gargalo:<br />
<img src="http://www.blasterbit.com/blasterbit/blog/img/armadilha_mosquito_passo1.jpg" alt="Passo 1" /></p>
<p>2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixar esfriar depois e despejar na metade de baixo da garrafa.<br />
<img src="http://www.blasterbit.com/blasterbit/blog/img/armadilha_mosquito_passo2.jpg" alt="Passo 2" /></p>
<p>3. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.</p>
<p><img src="http://www.blasterbit.com/blasterbit/blog/img/armadilha_mosquito_passo3.jpg" alt="Passo 3" /></p>
<p>4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa. </p>
<p><img src="http://www.blasterbit.com/blasterbit/blog/img/armadilha_mosquito_passo4.jpg" alt="Passo 4" /></p>
<p>5. Entolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.<br />
<img src="http://www.blasterbit.com/blasterbit/blog/img/armadilha_mosquito_passo5.jpg" alt="Passo 5" /></p>
<p>Em duas semanas você se poderá ser surpreendido pela quantidade  de mosquitos neutralizados, dentro da garrafa.<br />
<img src="http://www.blasterbit.com/blasterbit/blog/img/armadilha_mosquito_passo6.jpg" alt="WOW!" /></p>
<p>Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução do mosquito, podemos utilizar  esse método muito útil em  escolas, creches, hospitais e residências.</p>
<p>Não se esqueça de ajudar a acabar com a dengue.
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.blasterbit.com/2010/05/19/armadilha-para-mosquitos/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O Mundo a Carne e o Diabo. Por Russel Shed</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/05/18/o-mundo-a-carne-e-o-diabo-por-russel-shed/</link>
		<comments>http://blog.blasterbit.com/2010/05/18/o-mundo-a-carne-e-o-diabo-por-russel-shed/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 May 2010 04:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>Diversos</category>

		<category>livros</category>

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		<description><![CDATA[Sobre o livro:
O Dr. Shedd está convencido de que, sem uma reflexão bíblica mais profunda, esses inimigos agirão ainda mais livremente no meio do campo do senhor. Afinal de contas, mesmo sendo proibidos de arrancar o joio semeado pelo inimigo (Mt. 23.29), isso não quer dizer que devamos ficar preocupados com o trigo que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o livro:</p>
<p>O Dr. Shedd está convencido de que, sem uma reflexão bíblica mais profunda, esses inimigos agirão ainda mais livremente no meio do campo do senhor. Afinal de contas, mesmo sendo proibidos de arrancar o joio semeado pelo inimigo (Mt. 23.29), isso não quer dizer que devamos ficar preocupados com o trigo que se destrói.</p>
<p>O propósito de O Mundo, a Carne e o Diabo é atender à sua necessidade básica de alertar os cristãos e apontar algumas diretrizes para a vitória na batalha espiritual.<br />
<a href="http://www.editorapequeninos.com.br/venda/2513/o-mundo-a-carne-e-o-diabo-russell-p-shedd.html"><br />
<img src="http://www.editorapequeninos.com.br/config/imagens_conteudo/produtos/imagensGRD/GRD_2513_o%20mundo%20a%20carne%20e%20o%20diabo.jpg" alt="" /></a>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.blasterbit.com/2010/05/18/o-mundo-a-carne-e-o-diabo-por-russel-shed/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Vídeo: Porque sou cristão!!</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/05/12/video-porque-sou-cristao/</link>
		<comments>http://blog.blasterbit.com/2010/05/12/video-porque-sou-cristao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 16:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>Diversos</category>

		<category>Cristão é quem vive como Cristo!</category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Vídeo enviado via Twitter por Cléber Toledo (@cleberpalmas)
Numa parábola moderna, esse incrível vídeo examina a vida de um homem buscando se libertar de sua condição miserável e se deparando com as falsas promessas das religiões até, finalmente, encontrar&#8230;
Numa parábola moderna, esse incrível vídeo examina a vida de um homem buscando se libertar de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte: Vídeo enviado via Twitter por Cléber Toledo (@cleberpalmas)</strong></p>
<p>Numa parábola moderna, esse incrível vídeo examina a vida de um homem buscando se libertar de sua condição miserável e se deparando com as falsas promessas das religiões até, finalmente, encontrar&#8230;<br />
Numa parábola moderna, esse incrível vídeo examina a vida de um homem buscando se libertar de sua condição miserável e se deparando com as falsas promessas das religiões até, finalmente, encontrar salvação em Cristo.</p>
<p>Você já se viu numa situação da qual você não conseguia escapar? E não só isso, mas da qual você também não sabia como escapar. Quando você precisa de ajuda, onde você procura? Como você consegue escapar? Muitos acreditam que há muitos caminhos que podemos tomar, mas esse vídeo demonstra de modo simples e claro que nenhum deles irá realmente nos ajudar a escapar de nossa situação.</p>
<p>Isso me lembra da conhecida história sobre C. S. Lewis, quando ele declarou qual era o conceito mais característico e diferente do Cristianismo. Numa citação direta de Philip Yancey em seu livro Graça Maravilhosa:</p>
<p>&#8220;Durante uma conferência britânica sobre religiões comparativas, os estudiosos de todo o mundo estavam debatendo se haveria alguma crença da fé cristã que seria singular, ou sem igual. Eles começaram a eliminar possibilidades. Encarnação? Outras religiões tinham versões diferentes de deuses que aparecem em forma humana. Ressurreição? Novamente, outras religiões tinham relatos de retornos da morte. O debate continuou por algum tempo até que C. S. Lewis entrou na sala. O que vocês estão discutindo?, ele perguntou, e ouviu em resposta que seus colegas estavam discutindo a contribuição singular do cristianismo entre as religiões mundiais. Lewis respondeu: Ah, isso é fácil! É a graça</p>
<p>A Graça faz a mensagem do Evangelho ser única e totalmente diferente das diversas religiões, pois ela marca a gritante diferença de acreditarmos num Deus que descerá num buraco para te resgatar em detrimento da concepção comum de um Deus que quer que você o agrade e conquiste a sua aprovação. A diferença essencial entre o Evangelho e as diversas religiões pode ser explicada pelas palavras &#8220;fazer&#8221; e feito&#8221;.</p>
<p>Fazer - Todas as religiões do mundo têm a ver com boas obras ou boas ações. O mérito pessoal é o tema central de todas elas, que sempre enfatizam o que devemos fazer para nos salvarmos e nos relacionarmos com a divindade.</p>
<p>Feito - O Evangelho aponta para o que já foi feito e consumado, por Jesus Cristo, na cruz. É o seu sacrifício na cruz o que nos traz a salvação. Por isso, Jesus Cristo é o único caminho para o Deus que desce ao nosso encontro com a finalidade de construir um relacionamento conosco e, por fim, nos salvar da nossa vida problemática e pecaminosa. Somos livres por causa do Evangelho de Jesus Cristo. Não é a nossa própria justiça que leva à salvação, mas o dom gratuito da Graça.</p>
<p><strong>Fonte: Vídeo enviado via Twitter por Cléber Toledo (@cleberpalmas)</strong>
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		<title>iPod nas Tumbas Egípcias?</title>
		<link>http://blog.blasterbit.com/2010/03/26/ipod-nas-tumbas-egipcias/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 14:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		
		<category>Ateu?</category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Se amanhã fosse encontrado um iPod numa das tumbas egípcias, será que isso seria mais chocante do que saber-se que o “homem primitivo” sabia navegar nos mares?&#8221;
http://news.nationalgeographic.com/news/2010/02/100217-crete-primitive-humans-mariners-seafarers-mediterranean-sea/
Homens navegando em idades cuja teoria da evolução se assusta, pois ela acreditaria que o homem não saberia sequer construir uma jangada na época em que datam os machadinhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se amanhã fosse encontrado um iPod numa das tumbas egípcias, será que isso seria mais chocante do que saber-se que o “homem primitivo” sabia navegar nos mares?&#8221;</p>
<p>http://news.nationalgeographic.com/news/2010/02/100217-crete-primitive-humans-mariners-seafarers-mediterranean-sea/</p>
<p>Homens navegando em idades cuja teoria da evolução se assusta, pois ela acreditaria que o homem não saberia sequer construir uma jangada na época em que datam os machadinhos encontrados na ilha.</p>
<p>um bom comentário sobre o assunto, em português, se encontra em:<br />
http://darwinismo.wordpress.com/2010/03/16/homem-primitivo-nao-era-escritor-mas-era-marinheiro/</p>
<p>At the heart of it all, though, Panagopoulou suspects, was something fundamental to all human beings: &#8220;I think they were mainly motivated by curiosity,&#8221; she said, &#8220;and the desire for exploration.&#8221;<br />
significa:<br />
No centro de tudo, porém, Panagopoulou suspeita, foi algo fundamental para todos os seres humanos: &#8220;Eu acho que eles foram motivadas principalmente pela curiosidade, ela disse,&#8221; e o desejo de exploração &#8220;.</p>
<p>desejo de exploração =<code> "E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.." (Gn 1:27 e 28)</code></p>
<p><strong>Homens, enchei a terra!</strong><br />
tudo faz sentido, com Deus.
</p>
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